Jornal Antena - Encantado RS

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Roca Sales

Criminosos assaltam festa no interior

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Uma festa realizada no Salão da Comunidade Evangélica de Fazenda Lohmann, no interior de Roca Sales, não terminou como o esperado. Isto porque no domingo, dia 6 de agosto, por volta das 17h30min, dois indivíduos realizaram um assalto no local, enquanto a organização finalizava as tarefas pós festa.
Conforme a ocorrência, os criminosos renderam os organizadores e integrantes da banda, que estavam desmontando equipamentos de som. Um dos bandidos realizou disparos de arma de foto, atingindo um dos organizados do evento, um rapaz de 26 anos. A vítima foi encaminhada ao Hospital Roque Gonzales, onde recebeu atendimento.
A dupla de criminosos fugiu em uma motocicleta levando cerca de R$ 5 mil reais e 12 celulares. A Brigada Militar realizou buscar, mas não encontraram os assaltantes.

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Roca Sales implanta usina de asfalto

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O município de Roca Sales recebeu, no início desta semana, os equipamentos para a Usina Asfáltica. O processo de implantação do empreendimento, que se iniciou em março com a visita do prefeito Amilton Fontana e do presidente do Legislativo Gilvani Bronca, a São Paulo, onde uma usina do mesmo porte opera, finaliza-se agora, com a instalação da mesma na Linha Marechal Deodoro (Constância), no britador. O local da instalação foi escolhido pois já oferece infraestrutura necessária para esse tipo de trabalho. A usina tem como capacidade a produção de até 600 m de asfalto por dia. A produção do próprio asfalto acarretará na diminuição de gastos para a pavimentação. Um asfalto comum, comprado de terceiros, tem um custo estimado de R$ 420 mil, por 1 km, enquanto a usina poderá produzir o mesmo por uma fração deste valor. Sendo uma redução gigantesca na produção final.
O prefeito afirma que este é um passo importante para o município. “Nossa meta é a pavimentação de 10 km de asfalto, nesses quatro anos de mandato”. Além de asfalto para os bairros, futuramente poderá ser firmado parcerias com municípios da região. “Agora iniciam-se a fase de testes, e em breve queremos colocar a usina em plena operação”, pontua.

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Cidade da Amizade vivencia imigração italiana

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A Cidade da Amizade também vestiu-se de vermelho e branco para homenagear a imigração italiana. Desde o dia 19 de julho até hoje dia 28, Roca Sales vivencia sua 1ª Semana Italiana, em que várias foram as atividades realizadas para comemorar e enaltecer a cultura dos imigrantes. Foram cafés coloniais, missa em italiano, jantar italiano entre outras atividades. O ponto alto das comemorações foi no sábado pela manhã, dia 22, o café colonial compartilhado realizado na Praça Júlio Lengler com um desfile típico pelas principais ruas da cidade.
Hoje a noite encerra-se a semana com um filó italiano que será realizado em Campinhos. O município disponibilizará transporte para os interessados em participar da sede.

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De Roca Sales, o motorista de ambulância mais antigo em atividade no Estado

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Ele tem 54 anos de idade, dos quais 34 é motorista de ambulância. Morador de Roca Sales, Almir Vigolo, o Coruja, como é popularmente conhecido, tem muita história para contar. “Sou o motorista de ambulância mais antigo em atividade no estado do Rio Grande do Sul”, comenta.
A oportunidade de ser motorista de ambulância surgiu por acaso, e Almir logo aceitou, passando a ser referência e enfrentando as dificuldades existentes há mais de três décadas. “Quando eu comecei, era tudo diferente. No início, o carro da secretaria era um Fusca, e a ambulância era uma Kombi. Naquele tempo, quando eu iria imaginar que uma ambulância teria tantos equipamentos, oxigênio, UTI móvel? Hoje, a ambulância só transporta pacientes com um profissional: um técnico ou um enfermeiro. Naquela época, o acompanhante era um parente. Nem adiantava ter oxigênio, não saberíamos usar. O trabalho na Saúde era mais complicado, hoje tudo é mais fácil”, lembra.
Sem celular para comunicar quando havia algum transporte a ser feito, o motorista lembra que a prefeitura arranjou uma solução. “Instalaram um ramal do hospital na minha casa, assim, quando o telefone tocava, eu sabia que precisava sair com a ambulância”, explica.
Quando Almir começou no trabalho, o Vale do Taquari só dispunha de serviços básicos. “Tomografias, ecografias, hemodiálises, radio e quimioterapia, partos e recuperação de fraturas eram resolvidos em Porto Alegre, não tinha nada aqui, então eram muitas viagens até a Capital”, comenta. Muitas viagens mesmo: mais de sete mil viagens comprovadas. “Tinha dias que eu ia até três vezes para lá. Nem Instituto Médico Legal (IML) tínhamos aqui, as pessoas que vinham a óbito tínhamos que levar até lá”, lembra.
Nestas mais de sete mil viagens, ele transportou pacientes com muitos casos médicos, e até ajudou crianças a virem ao mundo. “Como mulheres grávidas eram levadas a Porto Alegre para dar à luz, podia acontecer de o bebê nascer antes. Em um dos casos, lembro que chegando em Arroio do Meio a mãe começou o trabalho de parto, e em Estrela, a criança nasceu”, lembra. Em tantas viagens, ele registrou três óbitos na sua ambulância. “É muito triste, mas nem sempre conseguíamos chegar a tempo”, justifica.
Coruja ajudou muitas famílias, fez centenas de viagens, transportou pessoas e histórias, e, de algumas, ele lembra muito bem. Entre estes, a lembrança de um caso fez brotar lágrimas de emoção. “Logo que eu comecei a dirigir a ambulância, há mais de 30 anos, atendi uma mãe e um bebê, que precisavam ir a Porto Alegre. Coloquei a criança na ambulância com bercinho e tudo, e lá fomos nós. Em determinado ponto do trajeto, o bebê piorou, e a mãe gritava desesperada para que eu fosse mais depressa. Lembro que parei a ambulância e vi que o bebê tinha os lábios roxos, mas ainda estava vivo. Eu costumava fazer o trajeto em cerca de 45 minutos, porque não tinha tanto policiamento e era uma ambulância, o que, afinal, significa urgência. Passei o trajeto desejando chegarmos a tempo, desejando o bem daquela criança e daquela mãe, e conseguimos. Chegamos ao hospital e logo a bebê foi atendida. A mãe me agradeceu muito, e hoje a bebê é uma mulher. Ela casou há algum tempo e me convidou para ser padrinho de seu casamento, e eu fui, muito contente”, relata o motorista, emocionado.
Apesar de o trabalho de motorista de ambulância não ter sido planejado e sonhado, Vigolo não se arrepende da profissão. “Tenho muito orgulho mesmo desta profissão, nunca me arrependi e sempre gostei muito”, finaliza.
Joyce Alves Zanon

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