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Univates recebe vestibulandos neste domingo

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No próximo domingo, dia 11, o campus da Univates recebe os candidatos que realizarão o Vestibular de Inverno. A prova única de redação será aplicada das 13h30min às 16h para ingresso em 41 cursos de graduação e tecnológicos.
Os vestibulandos devem chegar ao local da prova com antecedência mínima de 30 minutos, munidos de documento de identificação com foto, comprovante de pagamento da taxa de inscrição e material de escrita, conforme especificado no Manual do Candidato.
O listão dos aprovados será divulgado até o dia 14 de junho e as matrículas ocorrem nos dias 19 e 20 do mesmo mês, no Atendimento Univates, conforme cronograma estabelecido por cursos. Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone 0800 7 07 08 09.

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Pavimentação e parque municipal são metas da atual administração

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Iniciando um novo governo, o prefeito Gilberto Constantin, mais conhecido por Tigrão, busca em seu mandato dar uma atenção especial à questão de infraestrutura, recuperando e realizando obras de calçamentos, melhorias na rede hidráulica de água na sede do município. Já no interior, sua prioridade são os acessos dentro e fora das propriedades para um escoamento de produção mais rápido e sem causar prejuízos . Para isso adquiriu recentemente uma retroescavadeira no valor de R$ 235 mil com recursos próprios, e no decorrer do tempo adquirirá um trator e uma escavadeira hidráulica com recursos do Badesul.
Nestes primeiros meses, a administração adquiriu uma área de 52 hectares de terra, onde será criado o parque municipal que abrigará o CTG 22, o ginásio esportivo, área de lazer com açudes e lagoas, onde serão centralizados os eventos do município. Esta área localiza-se a 2,5 km da sede da cidade, no asfalto em direção a Boqueirão do Leão, próximo ao Capitel São José.
Até o final de maio várias ruas foram pavimentadas e recuperadas e a intenção do prefeito é fazer um projeto de uma nova rede de esgoto e pluvial buscando recursos junto à Funasa para resolver os problemas de alagamentos que existem em diversos pontos da cidade.

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Cooperativa Languiru e SIG Combibloc lançam nova tecnologia para embalagem de leite

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Foi em uma coletiva de imprensa, realizada em Teutônia, no dia 30 de maio, que a Cooperativa Languiru e a SIG Combibloc anunciaram a parceria que culminou com uma linha de produtos em embalagens que permitem o acompanhamento do processo de qualidade envolvido na captação da matéria-prima até a industrialização e comercialização do leite Languiru.
O presidente da Languiru, Dirceu Bayer, destaca que este é um momento histórico para a cooperativa. “A Cooperativa Languiru sempre primou pela qualidade de seus produtos. O leite Languiru conta com esse reconhecimento local e nacional. Nossos produtos dos setores de aves e suínos contam com esse reconhecimento, inclusive, nos mais exigentes mercados internacionais. O segmento do leite representa cerca de 28% do faturamento bruto da cooperativa e a utilização desta nova tecnologia nas embalagens UHT nos permite mostrar aos consumidores que o leite Languiru é diferenciado”.
“A SIG entendeu nossa demanda e desenvolveu um projeto sob medida para a Languiru, exatamente para demonstrar essa qualidade e assim agregar valor à nossa marca”, completa o vice-presidente da cooperativa, Renato Kreimeier.
Outro diferencial é que a Languiru passa a ter um sistema de rastreabilidade a partir da indústria totalmente automatizado. “De forma cirúrgica, a nossa solução possibilita um verdadeiro ‘raio x’ de toda a industrialização e distribuição. Com isso, a Languiru consegue localizar cada uma de suas embalagens em qualquer ponto da cadeia de valor”, comenta o diretor-presidente da SIG Combibloc Américas, Ricardo Rodriguez. O sistema permite ainda o monitoramento completo das linhas de produção para otimizar o gerenciamento da planta por meio de uma ferramenta específica de inteligência de informações.

 

Como funciona
Um QR Code exclusivo é impresso em cada embalagem, caixa e pallet, que permitem a toda a cadeia – desde o produtor até o consumidor – um acompanhamento do produto que será disponibilizado para consumo. Esses códigos garantem a rastreabilidade a partir da industrialização do leite até o ponto de venda, além de trazer informações sobre a qualidade da matéria-prima no seu processo de produção.
A tecnologia da SIG armazena todo o histórico do produto a partir do início da industrialização, que posteriormente pode ser acessado pelos consumidores por meio de um aplicativo de leitura de QR Code. Assim, eles podem verificar a qualidade do leite, de forma rápida, prática e acessível do início ao fim.O QR Code estará disponível para os leites Languiru em embalagem UHT integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e bebida láctea UHT com chocolate.

Sobre a Cooperativa Languiru
Segunda maior cooperativa de produção do Rio Grande do Sul, a Languiru atua nos segmentos de laticínios, aves, suínos, embutidos, rações, varejo e postos de combustíveis. Atende 23 Estados brasileiros, especialmente o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, além de exportar aves e suínos para mais de 40 países.
A Languiru conta com cerca de 6,1 mil associados e 2,8 mil colaboradores, envolvendo direta e indiretamente mais de 40 mil pessoas. Fundada por 174 pequenos produtores rurais, a Languiru completa 62 anos no próximo dia 13 de novembro.

Sobre a SIG Combibloc
A SIG Combibloc é uma das líderes mundiais em sistemas de envase e embalagens cartonadas assépticas para alimentos e bebidas. Em 2016 faturou 1,724 bilhões de Euros e produziu mais de 35 bilhões de embalagens. A empresa está presente em mais de 40 países e emprega 5 mil colaboradores.

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Um campus na direção da sustentabilidade

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O consumo de água no mundo tem aumentado drasticamente nas últimas décadas. Em 1950 cerca de 1.400 km³ de água eram consumidos por ano. Na virada do milênio, em 2000, esse número já era de 4.000 km³ e, segundo previsões da ONU - Organização das Nações Unidas, é provável que em 2025 o nível de consumo eleve-se para 5.200 km³. Na contramão dessas expectativas, a Univates busca formas de diminuir os possíveis impactos desse consumo excessivo e se utiliza cada vez mais de um recurso natural: a água da chuva.
No total são três sistemas de captação pluvial já instalados pelo campus, o que representa uma capacidade reservatória de 130 mil litros de água. “Uma universidade deve ser exemplo não apenas na sala de aula. Não adianta ensinar o processo ecologicamente correto se nós não cumprimos e somos esse exemplo como mostramos ao estudantes”, afirma o reitor da Univates, Ney Lazzari.
Pioneiro no processo, o Prédio 17, construído em 2012, foi o primeiro a abrigar o sistema de aproveitamento das águas da chuva. “Sem potencial para consumo, devido à quantidade de impurezas presentes, a água coletada é utilizada para a jardinagem e limpeza das calçadas”, afirma Israel Pereira, coordenador do setor de Engenharia e Manutenção da Univates.
No Centro Cultural os recursos vão além e, com um sistema de filtros e tratamento da água captada, a utilização se expande também para fins sanitários e nos espelhos d’água. O reservatório se destaca contando com uma capacidade de armazenamento de 60 mil litros. “A economia de água nos meses de inverno no Centro Cultural, isto é, quando há maior incidência de chuva, representa aproximadamente 36% em relação ao verão”, observa Pereira.
Já a água coletada nos telhados do Prédio 16 e do Complexo Esportivo são direcionadas para a cisterna do campo de futebol, que tem capacidade para armazenar até 50 mil litros e é utilizada para a irrigação do gramado. Além disso, novas estruturas também estão sendo preparadas para receber o sistema. Segundo a arquiteta da Univates, Michele Welp, o prédio do Centro Clínico já possui encanamento adequado para a captação pluvial, facilitando ações futuras. “Todas essas instalações são realizadas de maneira que não prejudiquem a estética dos Prédios. As cisternas estão localizadas no subsolo ou no telhado para não ficarem aparentes”, diz.
Lazzari garante que, a partir de agora, a prática passa a ser unanimidade nos próximos investimentos da Instituição, não apenas com a utilização de recursos pluviais. “Antes não era possível a implementação dessas tecnologias por elas não existirem, ou por falta de condições financeiras. Mas, a partir do momento que isso se tornou viável, inclinamos nossos esforços para tornar o nosso campus ecologicamente correto. Tanto que hoje contamos com a maior usina elétrica do Rio Grande do Sul”, afirma, se referindo às placas fotovoltaicas instaladas no Tecnovates.

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