Jornal Antena - Encantado RS

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Notícias

Seção Notícias Regionais

Coluna Diego Augusto Pretto

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Final do inverno: Pelo visto nosso inverno será menor este ano. Sem muito frio os mosquitos retornam antes e algumas doenças como a Dengue e a Zika estão cada vez mais próximas de nossa cidade. Sem falar na Malária! Assim precisamos de todos neste enfrentamento que vamos viver nos próximos meses. Sair do comodismo e fazer a nossa parte. Olhar o pátio de casa e procurar lugares onde o mosquito pode se reproduzir. Quem sabe vamos adotar áreas verdes próximas de casa ou terrenos abandonados e em comunidades para auxiliar na limpeza. É para todos. Denunciar e notificar junto à ouvidoria a presença de terrenos abandonados, casas abandonadas. Avisar aos proprietários das condições dos terrenos. Pedir providências!

Meu conceito de saúde: Ter saúde não é estar sem doenças. Ter saúde é viver a vida feliz, com emprego e transporte. Ter saúde é ter saneamento básico e lazer. Saúde não é cara, saúde é barata. Quem é cara é a doença. O que é caro é viver infeliz e deprimido. Saúde é barato, saúde não custa caro e traz felicidade. Caro é a doença.

Recursos municipais: A prefeitura não tem recursos próprios. Todos os recursos são provenientes de nosso dinheiro, devemos nos perguntar como queremos gastar nosso dinheiro, melhorando as nossa condições de vida e viver bem ou para morrer com bom tratamento infeliz e triste?

Ensino de italiano nas escolas municipais: Recebi uma carta do Sr. Ampere Giordani sobre este assunto e acredito que podemos aproveitar o sucesso da Setimana Italiana que ocorreu há pouco tempo para mais uma vez levar este assunto à ser discutido. Presenciei a dificuldade de entendimento do nosso italiano, o vêneto, com as pessoas que sabem o italiano gramatical, o romano, além de todos outros descendentes que não faziam ideia do que estava sendo dito. Acredito que devemos pensar em preservar este conhecimento e este patrimônio cultural que temos.

Informatização no serviço público: Acredito que temos que modernizar e atualizar o serviço público para as tecnologias mais básicas de informação, permitindo que a população possa participar e interagir com os serviços sem sair de casa. Como tantos outros serviços e empresas. Levando a tecnologia de informação poderemos ter um aplicativo de uma prefeitura virtual onde o cidadão poderá marcar sua consulta, desmarcar, conferir suas parcelas do IPTU fazer um pedido de obras ou uma demanda para a ouvidoria e saber se o remédio contínuo está a disposição na farmácia da Secretaria da Saúde. Coisas simples que muitas empresas têm em todo país e vários programas e aplicativos já oferecem para as prefeitura, inclusive público do Ministério do Planejamento. Nisto que eu acredito e vou ser sempre parceiro para alcançarmos esses objetivos.

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Convite emocionante

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Se eu pudesse, mandava ladrilhar rua imaginária para a Claudia passar. Não seria original, mas o que é originalidade diante dos sentimentos e das alegrias no mundo? A rosa nunca é original. Tira o seu perfume de ser extremamente a mesma ainda que nasça e renasça como flor singular e única na sua generalidade. Se eu pudesse, noticiava toda manifestação de carinho, todo gesto de bonomia, toda declaração de amizade, todo o interesse de alguém que me faz sorrir ou botar o pé na estrada de coração elevado. Neste universo de enormes maldades não faltam pequenas grandezas capazes de nos arrancar de lugares-comuns.
Recebo muitos convites para palestrar: dois a três por dia. Claro que não consigo aceitar todos. Alguns implicam viagens longas. Ando chegando em casa de madrugada. É bate-volta. Não tenho como fazer agora um lançamento do meu livro. “Raízes do Conservadorismo Brasileiro: A abolição da imprensa e no imaginário social” em Natal, no Rio Grande do Norte. Estou concentrado em nossa querência e nas adjacências catarinenses. Faço malabarismos para atender a quem gentilmente quer me ouvir. Todo convite é generoso. Alguns porém, confesso, são emocionantes. Vou destacar aqui um que me arrepiou.
“Olá sou Ezequiel estudante do 3º Ano do Ensino Médio da escola Scalabrini (Encantado-RS). Como parte de uma tarefa da disciplina de português, definimos as principais formas de preconceito no Brasil, nossa professora realizou pesquisas e promoveu debates em sala de aula com foco na escravidão brasileira, levei pra aula um de seus textos, (particularmente o meu preferido) ‘Seres infames’. Com isso de imediato houve um grande interesse de meus colegas a conhecer mais do seu trabalho, imaginamos, não seria possível uma visita sua a nossa escola? Realmente estamos interessados e sentimos que há um grande déficit de conhecimento em relação à história africana não só na escola, como também na sociedade. Caso não possa comparecer entendemos que você tem uma agenda de compromissos complicada, mas caso aceite saiba que será uma grande honra, com certeza levaremos essa experiência para nossas vidas, e talvez possamos educar nossos filhos de forma diferente. Obrigado!” Não é de ficar satisfeito?
Um jovem que leva um texto meu pra sala de aula. Uma professora que estimula o debate sobre preconceito. Uma turma que se entusiasma e espontaneamente quer saber mais. Não é a primeira vez que isso me acontece. Sempre me emociona. Dizem que os adolescentes não se interessam por coisa alguma que não tenha a ver com tecnologia oucom o próprio umbigo. É falso. Adolescentes são como todo mundo. Talvez mais exigentes. Não dissimulam o que pensam ou sentem. Alguém já me disse que a idade adulta começa quando aprendemos a mentir por bondade e terminamos mentindo por conveniência ou algo pior. Não deixa der ser importante mentir por bondade, embora seja certamente uma mentira bondosa ou iludida. Quero aceitar o convite do Ezequiel. Fiquei Feliz.

(Texto extraído da coluna de Juremir Machado da Silva, do jornal Correio do Povo de 08 de agosto de 2017)

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Turra pede revisão de instrução normativa que afeta municípios produtores de frangos e suínos

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No último dia 8, o líder do Partido Progressista na Assembleia Legislativa, Sérgio Turra, acompanhou o prefeito de Encantado, Adroaldo Conzatti, em uma audiência na Casa Civil. Recebido pelo chefe da pasta, Fábio Branco, o deputado solicitou a revisão da instrução normativa 058/2015, que mudou as regras do Sistema Integrado do Setor Primário.
De acordo com Turra, a preocupação das prefeituras dos municípios produtores de frangos e suínos é com a queda nas receitas. “Somente o Vale do Taquari pode perder R$ 25 milhões no retorno de ICMS”, destacou.
O deputado lembrou que o setor primário é o principal foco de investimentos do poder público no interior. “Com a queda na arrecadação, as prefeituras, inevitavelmente, terão de fazer cortes que afetarão o produtor”, resumiu.
Esse é o temor do prefeito de Encantado. Segundo Conzatti, o município está trabalhando na concessão de incentivos para a construção de um aviário. “A princípio, teremos retorno desse investimento em 10 anos. Se as mudanças do Sistema Integrado permanecerem, o tempo de retorno deve aumentar para 30 anos. Se torna inviável”, declarou.
Branco afirmou que a Secretaria da Fazenda está trabalhando junto a um Grupo de Trabalho, formado por representantes da pasta e da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), para estudar os impactos das mudanças. “Vamos indicar alguém da Casa Civil para acompanhar esse trabalho, mas os prefeitos também precisam ficar atentos. Em 15 dias, a Fazenda deve dar um retorno deste assunto”, explicou.

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Ação reúne 24 voluntários para doação de sangue

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A terceira iniciativa deste ano realizada pela Tribo Scala Cultural, foi realizada na manhã de sábado, dia 5 de agosto, quando 24 pessoas participaram da doação de sangue no Hemovale em Lajeado.
A tribo integrante do Projeto Tribos nas Trilhas da Cidadania da ONG Parceiros Voluntários, envolveu cerca de 400 alunos do Ensino Médio na ação. A escola participa do projeto há três anos, e está dividida em três grupos: um que abrange alunos da Educação Infantil até o 5º ano; a outra que reúne alunos do 6º ao 9º ano e ainda a tribo Scala Cultural do Ensino Médio. A cada ano, cada tribo se propõe a realizar quatro ações.
Conforme o presidente do Grêmio Estudantil Centenário (GEC) e aluno do 3º ano do Ensino Médio, João Paulo Daltoé, a ideia surgiu em 2016. Ela só foi colocada em prática este ano, mas com resultado positivo. “Ficamos muito satisfeitos com a mobilização das pessoas para esta ação. Esperamos que ela possa contagiar outras pessoas a também fazerem doação de sangue”, finaliza.

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