Jornal Antena - Encantado RS

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Colinas - A Páscoa no Vale é na Cidade Jardim

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A chegada da Páscoa está causando grande expectativa e alvoroço na cidade de Colinas. Os coelhos estão novamente invadindo a cidade e preparando Colinas para comemorar com os visitantes esta significativa data da Cristandade. Com certeza você se surpreenderá com a alegria, a beleza, a descontração e a criatividade da decoração nas Praças, no comércio e nos pátios das casas.
Para tornar mais agradável e inesquecível a sua passagem por Colinas, além do comércio de artesanato e de produtos coloniais, nos finais de semana e feriados haverá variadas programações, na Praça dos Pássaros, no turno da tarde.
A partir do dia 22 de março será realizada a Caça ao Ninho, Brinquedos infláveis e a presença do “Casal de Coelhos” que estará circulando pela cidade interagindo com os visitantes.
Traga a sua cadeira, seu chimarrão, sente-se na praça e venha compartilhar com os seus filhos as belas lembranças da sua infância. Colinas espera por você!

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Imigrante - Centro de Saúde da Família será inaugurado no dia 30

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O município de Imigrante realizará o ato de inauguração do Centro de Saúde da Família, no dia 30 de abril, às 19 horas. A solenidade será em frente à obra, localizada na Av. Dr Ito João Snell.
A recepção será por conta da Orquestra Municipal de Imigrante e Corais locais. Após a solenidade será servido um coquetel aos participantes.
Foram investidos cerca de R$900 mil, R$300 mil repassados pelo Estado e o restante são recursos próprios do município. O local também já recebeu o investimento de cerca de R$70 mil em novos equipamentos, proveniente de verbas parlamentares.

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Prefeitos trabalham pelo futuro do Abrigo Lar da Criança

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As sete municípios que possuem convênio com a Associação Abrigo Comarca de Encantado – Lar da Criança, estão intensificando os debates para resolver um problema sério: as finanças da entidade.Atualmente, a Associação está com um déficit de R$ 100 mil. Para resolver a questão, representantes dos municípios conveniados – Encantado, Muçum, Roca Sales, Relvado, Anta Gorda, Doutor Ricardo e Vespasiano Corrêa – realizaram uma reunião no Centro Administrativo de Encantado na última sexta-feira, dia 18.
Na última sessão da Câmara de Vereadores de Encantado, o assunto virou tema quando o vereador AdroaldoConzatti (PSDB) questionou a necessidade de se ter tantos funcionários. “Atualmente são 11 crianças e 15 funcionários. Por que mais funcionários do que crianças”?

O trajeto até o problema
A presidente da Associação, a assistente social Carmem dos Santos, afirma que a Casa chegou a ter 23 crianças ao longo do ano. “Cinco delas eram especiais, o que obriga a aumentar o quadro de funcionários. A lei determina que a cada duas crianças especiais é necessário um monitor a mais”, comenta. Atualmente são atendidas 11 crianças e adolescentes com idade de sete meses a 17 anos.
A entidade vive dos repasses do município. Cada uma das sete cidades conveniadas paga R$ 0,30 per capta mensalmente, mais R$ 800 por cada criança acolhida, também repassados mensalmente, e um aporte de R$ 2 mil por município pagos anualmente para despesas. Com o aumento de pessoas atendidas, o valor gasto aumentou. “Estamos com uma dívida de cerca de R$ 100mil, que inclui folha de pagamento, obrigações sociais e fornecedores”, explica Carmem.
A presidente afirma que já teve um quadro maior de funcionários. “Somos obrigados a ter uma equipe técnica com psicóloga, assistente social e pedagoga. Fui obrigada a dispensá-los. Atualmente, a psicóloga, que seria paga pelo Judiciário, está sendo paga pela Associação. A coordenadora do abrigo, que é pedagoga tem prestado também este serviço e eu, que sou a presidente, atuo voluntariamente como assistente social”, diz. Carmem explica o motivo de o número de funcionários ser maior do que o de crianças acolhidas. “Não temos dinheiro para a demissão”.

Futuro incerto
Conforme a presidente, a dificuldade financeira já está sendo discutida com as prefeituras há mais tempo. “Alguns prefeitos até acreditam que seria melhor fecharmos a Casa e remanejarmos estas crianças para outras comarcas”.
O prefeito de Encantado, Paulo Costi, afirma que a ideia realmente foi discutida. “Quando os números nos foram apresentados, houve um susto muito grande, e alguns prefeitos chegaram a cogitar a hipótese do fechamento. Mas logo todos perceberam a importância do Lar e vamos trabalhar para resolver este problema da melhor forma possível”, adianta.
Os municípios agora pretendem analisar melhor a real situação para ver quais atitudes podem ser tomadas. “Alguns prefeitos questionaram minha conduta como presidente. Estou neste cargo há quatro anos, e toda a movimentação financeira é documentada, com comprovantes que estão no escritório e relatados nos balancetes entregues aos municípios. Já se falou sobre fazer uma auditoria no abrigo. Tudo bem, estou bem tranquila quanto a isso, podem fazê-lo quando quiser, mas não admito que questionem minha atuação responsável”, diz.

Próximos passos
Na próxima terça-feira, dia 29 de dezembro, os prefeitos dos sete municípios conveniados irão reunir-se novamente para tratar do assunto. “Neste encontro, iremos verificar a melhor forma de resolvermos a questão. Chegar ao fim de ano com esta conta é complicado, mas vamos renegociar e parcelar a dívida. Talvez nós, prefeitos, também tenhamos nossa parcela de culpa, já que poderíamos ter acompanhado a situação mais de perto, mas vamos resolver para manter a atenção a estas crianças e adolescentes”, garante o prefeito de Encantado.
Costi ainda diz que serão discutidos os valores pagos pelos municípios. “Cada cidade paga um valor referente ao número de habitantes que tem, mas o serviço é igual para todos. Mesmo que não seja usado, o serviço fica à disposição, então vamos discutir estes valores e sua forma de repasse”, comenta.

Doações
A presidente diz que o abrigo recebe bastante doações de alimentos e móveis, mas que a ajuda sempre é bem-vinda. “Atualmente, nossa maior dificuldade é na compra da alimentação para a criança mais nova do abrigo, que tem sete meses de vida. O bebê consome cinco latas de leite Aptamil AR por mês, e este produto é muito caro. Então, no momento, o melhor seriam doações deste leite ou dinheiro”, comenta.
Os interessados em doar alimentos, móveis ou outros materiais podem entrar em contato com a presidente Carmem através do telefone (51) 9933-1328. Para quem quiser fazer doação em dinheiro, o abrigo possuiu uma conta aberta especificamente para este fim:
Sicredi
Agência 0136
Conta: 84087-4

• Joyce Alves Zanon

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População cobra asfalto

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Cansados de tantas promessas, de falsas expectativas, a comunidade de Capitão, juntamente com lideranças políticas locais e dos municípios vizinhos, encabeçados pela Câmara de Vereadores, através da presidenta Margarida Frohlich e demais vereadores, realizaram uma audiência pública na sede da casa legislativa, no dia 30 de setembro, com o intuito de mais uma vez iniciar uma mobilização para que seja iniciada e concluída as obras de asfalto da VRS-482, que liga Capitão a Arroio do Meio, num trecho de 16,5km.
Presentes à audiência, além da comunidade interessada, os prefeitos de Capitão, César Beneduzi, de Nova Bréscia, Gilnei Agostini; de Coqueiro Baixo, Veríssimo Caumo que também está no mesmo impasse com a sua obra e o prefeito de Arroio do Meio, Sidinei Eckerdt. Também presente o presidente da Comissão dos Municípios Sem Asfalto, deputado Gilmar Sossela, vereadores de Capitão, Nova Bréscia, Coqueiro Baixo, Arroio do Meio, Lajeado, Fazenda Vilanova e representando todos os demais vereadores do Vale, o presidente da AVAT, Leo Motta.
Iniciando os debates a anfitriã, Margarida Frohlich colocou que esta audiência pública não pode virar discurso de palanque, pois os munícipes estão cansados de esperar por esta obra, cuja novela se arrasta por mais de 15 anos, entre DAER, a empreiteira Better e o Estado. “Queremos uma solução o quanto antes”, diz Margarida.
Presente estava também, o secretário do Planejamento do Estado, Maurício Motta, que afirmou aos presentes que há recursos para estas obras, que o problema para resolver é sério, mas que ainda no governo Tarso será iniciada a obra.
O deputado Sossela, presidente da Sub-comissão sem asfalto, explanou a situação da obra, ouviu os presentes e concluiu que será formada uma comissão que irá conversar com o governador Tarso Genro, entre os dias 24 e 25, quando ele estará em Lajeado e Arroio do Meio.

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O que disseram as lideranças:
“Tenho vergonha de vir e falar, pois todos os governos vêm e fazem um discurso bonito e nada. Nós prefeitos já perdemos a conta de quantas vezes já fomos a Porto Alegre para debater este assunto, onde criou-se várias expectativas, fazendo as pessoas de bobas. Criamos inclusive outro projeto para outra rota como alternativa, que está protocolado junto ao Daer, desde 2010, mas nada, é só discurso, enrolação e o povo já está cansado, diz César”. Por fim cumprimentou os vereadores pela iniciativa.
César Beneduzi – prefeito de Capitão

“Sabemos da dívida impagável do governo do Estado. Há anos a resposta é sempre a mesma, vamos fazer, e vem de toda a cúpula governamental. Com relação ao nosso asfalto de Coqueiro Baixo, a obra já foi licitada a exemplo de Capitão desde 1998, faltando apenas a ordem de serviço, pois a licença prévia e a ordem de instalação já foram aprovadas. “Mas o entrave é a burocracia. Quase ofereci a minha assessoria jurídica para resolver o assunto, pois para isso é preciso competência.
Mas mesmo assim acredito neste governo, pois se ele diz que tem recursos destinados ele irá fazer, pois não acredito que ele irá faltar com a verdade com os prefeitos. Acho que isso irá acontecer só em 2014”.
Prefeito Veríssimo Caumo de Coqueiro Baixo

“Estamos só na esperança, precisamos fazer com que rescindam o contrato e façam uma nova licitação, esta seria uma das soluções”.
Sidinei Eckerdt, prefeito de Arroio do Meio

“Se este asfalto não acontecer nos próximos meses, eles ficarão mais dois ou três anos sem asfalto. Vamos agilizar e trabalhar com urgência, Nova Bréscia esta nesta luta.
Gilnei Agostini – prefeito de Nova Bréscia

“Tenho 64 anos, e quando tinha cinco anos estaquiaram o acesso asfáltico. Estamos cansados, chateados e tristes. Não queremos ver mais uma geração sofrer vendo seu dinheiro ir embora. É incalculável o número de riqueza que passa por estas estradas.”
Genésio Rochembach, presidente da Comissão Pró-Asfalto.

“Somos parceiros e sabedores de que asfalto é desenvolvimento, estes acessos estão travando o crescimento destas comunidades”.
Leo Mota – presidente da AVAT

“Na iniciativa privada as coisas andam diferente, elas acontecem. Minha sugestão é de que os municípios envolvidos contratem uma assessoria jurídica para entrar dentro deste processo e resolvê-lo, já que o estado não tem competência.”
Joner Kerbs, empreendedor

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Nova Bréscia - Grenal dentro de casa

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O futebol é assunto sempre presente na residência localizada logo na entrada da cidade de Nova Bréscia: seja pelas conversas pautadas pelo assunto ou pela televisão sempre ligada na transmissão da partida, independente de quem estiver jogando. O time do coração da família Agostini, no entanto, não é o mesmo para todos. Gilnei (49) e o caçula Fernando (9) são colorados. Daqueles torcedores bem interessados. A mãe, Salete (47) e o primogênito Patrick (17), gremistas.
Dá brigas? De jeito nenhum! A diferença de times é motivo de brincadeiras e uma união maior ainda da família. Mas esta história começa ainda no namoro do casal. “Sempre rolava uma flauta. De ambos os lados”, lembra o prefeito Gilnei. “Naquela época, eu torcia mais. Ia aos jogos no estádio e jogava muita bola. Depois que chegam os filhos a gente deixa isso um pouco de lado”, explica a primeira-dama do município.

Os filhos
Pai colorado, mãe gremista. Para que times vão torcer os filhos? Na primeira gravidez, o casal fez um acordo. “Combinamos de que o Patrick seria torcedor do time que estivesse melhor”, explica Salete. E assim foi: Patrick veio ao mundo ao mundo colorado e logo depois virou gremista. Quem ajudou nessa virada foi o vizinho da família. “Tínhamos um vizinho que era gremista doente. Ele influenciou o Patrick na escolha do time, já que isso virou quase que uma meta para ele. Tudo porque o Gilnei ‘converteu’ a filha dele para o lado do Inter”, comenta Salete.
O “placar” foi atualizado na casa da família Agostini: Grêmio 2 x 1 Inter. Quando chegou o caçula, a mãe diz que não se manifestou. “Imaginei que ele seria colorado”. E assim foi, deixando tudo igual na família. Gremistas 2 x 2 colorados.

Nomes futebolísticos
A escolha do nome Patrick se deu através de uma partida de futebol. “Estávamos assistindo um jogo no qual um dos representantes do time da França tinha o nome de Patrick. Gostamos tanto que batizamos o primeiro filho com este nome”, conta Salete.
Fernando teve seu nome tirado também de um jogo. “A televisão estava ligada em um jogo do Fluminense e Flamengo, se não me engano. O goleiro do Flu era Fernando”, lembra o pai. Mal sabia a família que estavam batizando o filho com o nome de um dos maiores ídolos do Internacional, morto em um acidente de helicóptero há pouco mais de um ano. Durante a entrevista, o garoto segurava uma bandeira do Inter com a foto do xará. “É o Fernandinho com o Fernandão”, brinca Gilnei.
Os nomes de jogadores não pautaram apenas os nomes dos filhos. Gilnei teve o seu inspirado em um jogador do Grêmio. Sim, um colorado fanático com o nome de um jogador adversário. “Apesar de colorados, meus pais gostaram do nome. Acho que por ser diferente, não ser tão comum”, argumenta.

Grenal
Se em dias sem jogos da dupla Grenal a televisão está sintonizada na partida, imagina quando o tricolor e o colorado entram em campo. A família já fez suas apostas. “O Inter vai ganhar de 2x0”, adianta Fernando. A mãe afirma que vai ficar neutra. “Nunca vou fazer flauta, não enquanto eu tiver um filho colorado pequeno. Depois de grande, talvez”, comenta.
E para o Brasileirão? “Vai ser uma briga feia”, admite Gilnei. Fernando, porém, acha que o time colorado fica mais bem colocado.
Patrick nasceu gremista, mas hoje não dá muita atenção aos jogos. “Não gosto muito de futebol. Assisto jogos da Copa, por exemplo, mas os campeonatos locais e o Brasileiro não costumo acompanhar. Prefiro ler um livro ou ir para a casa da minha avó tomar chimarrão durante a partida”, revela.

Futebol x filhos e política
Como prefeito de Nova Bréscia, ele afirma que alguma coisa sempre muda. “Por ser prefeito muda um pouco a questão da flauta com os conhecidos. Eu não deixei de brincar, de provocar, mas diminui estas interações porque nem todos gostam e nem todos são gremistas ou colorados”, observa.
Gilnei diz que ter um filho colorado é emocionante. “Posso levá-lo aos jogos, torcermos juntos. O Patrick já não gosta deste universo de futebol, mas ainda pode nos acompanhar”, brinca, referindo-se ao gremista.
• Joyce Alves Zanon

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