Jornal Antena - Encantado RS

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Possebon toma posse e mantém base do secretariado

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Putinga – O Prefeito reeleito de Putinga, Valdir Possebon (PP), tomou posse de seu cargo novamente na manhã de 1° de janeiro, durante a sessão solene de posse na Câmara de Vereadores de Putinga. No transcorrer da cerimônia também foram empossados o seu Vice Eduardo Guadagnin (PDT) e os nove vereadores para o mandato 2013-2016. São três as prioridades de Possebon para esse seu novo mandato: infraestrutura, saúde e agricultura. Para dar sequência ao trabalho que vem sendo realizado o Prefeito manterá a base de seu secretariado do último mandato. Rogério Dallaqua (Agricultura), Mário Lumi (Obras), Elson Streck (Administração e Finanças), Éder Dalberto (Educação) e Eliane Mazzocco (Assistência Social) seguem no grupo de trabalho. A única pasta com nome a definir é a da Saúde, nomes estão sendo analisados e assim que for o mesmo for definido a vaga será preenchida. Na ocasião ocorreu também a eleição para composição da Mesa Diretora do Legislativo para o ano de 2013. A Presidente será Diana Dalberto (PP), tendo como Vice-Presidente Josmairo Maróstica (PP), Primeiro Secretário Mário Rosado (PDT) e Segundo Secretário Paulo dos Santos (PP). Os outros vereadores empossados são Enevir Polese (PDT), Edison Arosi (PMDB), Alduir Strapasson (PMDB), Sandra Balbinot (PMDB) e Neodi Azzolini (PT).

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MP apreende carne vencida em mercado e escola infantil

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Após uma denúncia anônima, o Ministério Público (MP), Polícia Civil e Vigilância Sanitária apreenderam cerca de uma tonelada de carne em Arvorezinha, na última segunda-feira, dia 7. A denúncia dava conta de que o produto, apesar de vencido, vinha sendo utilizado na merenda escolar do município. O fornecedor do produto foi preso.
Os alimentos foram encontrados com o prazo de validade vencido e sem o acondicionamento adequado em um mercado da cidade e na Escola Municipal Infantil Professora Diva Maria Sabedotti Fornari, localizada no Bairro Nossa Senhora das Graças. A ação foi coordenada pelo Promotor de Justiça Paulo Estevam Costa Castro Araújo e pelo Promotor de Defesa do Consumidor da Capital Alcindo Luz Bastos da Silva Filho.
Na escola, foram encontrados cerca de 15 quilos de carne moída imprópria para consumo. Verificada a legitimidade da denúncia, as autoridades foram até o principal fornecedor do município, onde encontraram cerca de uma tonelada de carne em condições precárias. Ainda não há relatos sobre eventuais problemas de saúde gerados pelo consumo do produto.
Segundo o MP, o proprietário da empresa onde a carne foi apreendida foi preso. Após ser ouvido, o suspeito teria sido enviado ao Presídio Estadual de Soledade. O Promotor de Justiça ainda buscará a responsabilização da Administração Municipal de Arvorezinha, uma vez que a merenda escolar era fornecida pelo mercado. “A carne apreendida é fruto do abate clandestino, pois o produto não possui origem determinada, fato que será investigado futuramente pelo MP”, afirmou.

O que diz a Secretaria de Educação
A secretária municipal de Educação, Dilce Gehlen Zanchin, disse que os produtos utilizados na merenda escolar dos 800 alunos do município são controlados, e passam pela verificação de uma nutricionista. Ela garante que nunca antes houve problemas com os alimentos fornecidos. Sobre a quantidade, no entanto, a secretária explica que o total apreendido foi de 24 quilos: 15 no freezer da escola e nove no depósito. Dilce garantiu que irá ampliar o controle sobre a qualidade dos alimentos, mas afirmou confiar no trabalho prestado pela nutricionista, que fazia a verificação da qualidade destes produtos. “Essa profissional trabalha em outros municípios. Confiamos nela, mas vamos rever o trabalho nas cozinhas das escolas para evitar novos problemas”, disse.

Contrato rompido
Após assinar o ato de infração, a Prefeitura Municipal de Arvorezinha decidiu mudar as regras para o uso da carne bovina na merenda escolar. Segundo o prefeito, Luiz Paulo Fontana, a administração irá utilizar apenas cortes embalados e com selo de origem, conforme orientou o próprio MP. “Depois de uma reunião (que contou com a presença da secretária de Educação), decidimos adotar o uso de outra proteína, algum corte de carne que venha embalado e pronto, com selo de qualidade”, afirmou.

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Investigado

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Fontana diz acreditar que há “uma campanha contra o município de Arvorezinha”. Segundo ele, o MP omitiu que a carne considerada imprópria para consumo era de outro município, e não produzida na cidade. “Parece que Arvorezinha é a pior região do mundo”, desabafa.
O prefeito afirma que o comerciante fornecia carne para a gestão passada. “Isso me leva a crer que há uma campanha contra nós. Eu tenho um bom relacionamento com o promotor, e não tenho nenhum confronto com ele”, resume.

 

Muito tempero

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O promotor de Justiça, Paulo Estevam Araújo, diz que o prefeito tem o dever de fiscalizar os processos que ocorrem na Administração. Segundo ele, a informação chegou ao MP porque as cozinheiras tinham a ordem de disfarçar o mau cheiro da carne estragada com temperos.
Para Araújo, houve omissão, já que o município não usou órgãos competentes, como a Vigilância Sanitária, para fiscalizar o estabelecimento. Já o empresário agiu mal por saber que vendia um produto sem qualidade.

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Bendito entre as mulheres

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 Adão José da Silva (55) é rodeado por mulheres. São dez representantes do sexo feminino ao seu entorno: a esposa, Terezinha de Fátima da Silva (52), e nove filhas. Sim, o casal teve nove herdeiros, todas mulheres.Com 33 anos de casado, Adão e Terezinha são pais de Eliane (32), Eronilde (30), Fernanda (26), Fabiane (25), Jose Paula (24), Taís (23), Vani Paula (21), Vanessa (20) e Vanusa (18). 

A maioria das filhas já saiu de casa, seguindo com suas vidas e se espalhando pela região, mas sem nunca perder o contato com os pais. Na casa localizada na Linha Azevedo, interior de Encantado, moram o casal de pais, duas filhas e um neto, David. São nove filhas e nove netos, dos quais, três são meninos. O mais velho tem 13 anos, e foi criado pelos avós até os nove anos de idade, e o caçula, David, tem quatro.

Um homem, dez mulheres
Adão garante que nunca se preocupou muito se teria filhos ou filhas. “Queria todos com saúde, e assim vieram, graças a Deus”. Nem mesmo depois de já ter três ou quatro meninas, desejava ser pai de um menino. A esposa diz que o marido ainda torcia para a hegemonia feminina. “A cada gravidez, ele dizia que iria ser menina. Fez isso nas nove gestações”, conta. “Eu torcia para ser uma menina”, confessa o pai.
Adão diz que viver entre 10 mulheres não foi tão difícil. “Descobri que chorar e gritar era normal. E eu nunca me incomodei muito com isto”, conta. Criar as filhas também não assustou o casal. “Não foi difícil de criar nove filhas. Hoje seria mais complicado”, confessa a mãe, Terezinha. O agricultor acredita que, com o passar dos anos, a criação dos filhos ficou mais complicada. “Eu já tenho todas minhas filhas criadas. Naquela época era mais fácil. Elas comiam, e ainda comem, de tudo. As coisas mudaram com o passar dos anos. Antes se lavava a louça com sabão, depois tinha que ser com detergente, por exemplo. A gente mesmo é que cria as dificuldades da vida”, pontua.

A infância
As filhas, todas nascidas em Encantado, vieram ao mundo de forma natural. “Tive oito de parto normal. Só a mais nova foi cesárea, quando aproveitei para fazer ligadura”, conta a mãe. O pai ainda lembra que todas sempre foram saudáveis. “Todas sempre tiveram boa saúde. Não tinha médicos, quando alguém ficava doente, tomávamos chá”, conta.
Com pouca diferença de idade entre as meninas, o companheirismo foi consequência. “Elas se davam muito bem, iam juntas para a escola e eram amigas. Tinha uma que outra briga, mas nada preocupante. As mais velhas ajudavam a cuidar das mais novas, e todas se entendiam”, lembram os pais. Mas com tantas crianças juntas, naturalmente aconteciam peripécias. “Uma das mais velhas pegava uma espingarda velha que tínhamos em casa para assustar as outras. Botava todas no serviço”, relembra.
Para criar as filhas, o casal humilde contou com a ajuda de muitas pessoas. “Sempre, sempre tivemos ajuda. Ganhávamos roupas para as meninas, cobertores, comida. Eram vizinhos, amigos, conhecidos e até gente que não conhecemos. A Paróquia, através da Pastoral, sempre nos ajudou muito. Ainda hoje, com elas todas crescidas, as mulheres vêm nos visitar e trazem alguma coisa”, contam. A família residiu boa parte da vida no interior, mas sem nunca descuidar da educação das meninas e sem deixar faltar nada, apesar das dificuldades. “Como a casa é pequena, na hora de dormir, colocávamos colchões pela casa, e elas dormiam juntas. Depois, fomos nos ajeitando”, lembram.

A adolescência
Conforme as meninas iam crescendo, outros entraves apareciam: as saídas para festas e os namoradinhos. Na hora de ir aos bailes, surgia aquela velha história de “pede pra pai e pede pro pai”. Neste caso, quem fazia a intermediação era Terezinha, que costumava até amenizar as pequenas brigas.
Os namorados foram outro capítulo na família. Terezinha ainda destaca um episódio que ocorreu com uma das meninas. “Um dia o Adão chegou e viu uma das filhas dormindo com o namorado. Ele ficou bravo e foi dormir dentro do carretão no galpão. Tive que procurar ele por muito tempo”, conta. Adão se justifica. “O que eu não fiz para os meus pais meus filhos e netos não podem fazer para mim. Tudo bem namorar, mas o respeito tem que se manter. Se, mesmo contra minha vontade, ela dormia junto com o namorado, eu poderia sair de casa, porque eu não estava mandando em mais nada”, pontua. O caso foi resolvido rapidamente, e a paz voltou a reinar. Questionado se tem ciúmes das filhas, Adão dá um sorriso e responde enfaticamente. “Claro, são as minhas filhas”.
Os namoricos se tornaram mais sérios e os casamentos se tornaram realidade, mas sempre com a supervisão do pai, que se diz rígido na criação dos filhos. “Podiam casar, mas as coisas não são assim tão fáceis. Quando eu casei, não dependia dos pais nem dos sogros. Eu me arranjei, organizei minha vida. Não dá pra casar e esperar que os outros te sustentem e arranjem tua vida”, conta.

Muito amor
Adão e Terezinha garantem que as filhas são muito carinhosas e até um pouco ciumentas. “Quase todas foram embora, mas vêm para casa nos finais de semana. Às vezes até dá briga, porque elas querem exclusividade. Acham que tem que ser uma de cada vez a vir nos visitar. Não precisa, tem pai e amor para todas”, brinca. Do pai, todas herdaram uma característica: uma pinta que o progenitor tem no rosto, as meninas também carregam no peito, no rosto ou na orelha.
A boa relação de cumplicidade e amizade entre elas ainda é realidade, com exceção de algumas brigas que ocorreram entre elas e da mais velha, que se desentendeu com o pai. “Brigávamos entre nós por qualquer coisa, mas coisas de menina. Quando criança, isto é normal. Depois as coisas mudam, e nós também”, dizem as filhas.
O amor das meninas para com o pai e a mãe é notável. “Ele é um grande pai. Melhor para nós, que éramos sim umas pestinhas. Ele era rígido, mas sempre amoroso”, conta Fabiane. Vani se diz muito orgulhosa do pai. “Ele era ciumento. Não podíamos usar roupas vermelhas nem amarelas, nem roupas curtas. Mas as vezes acabávamos usando e saindo escondidas para os bailes”, admite. A “implicância” contra a cor vermelha se explica pelo time do coração da família: Grêmio. Apenas Eronilde é colorada, a exemplo do marido. “Mas era gremista quando era mais nova”, garante o pai.
Vanessa é só elogios para o pai. “Tenho muito a agradecer a eles. Foram eles que pagaram meus estudos, me criaram, me deram amor, carinho e educação”, conta a professora. Fernanda diz que era a mais quieta. “Eu era a mais tímida, mais quieta, quase não ia a bailes”, diz, com a irmã Fabi dizendo que sim, ela ia aos bailes. Sendo a terceira filha, Fernanda foi quase uma mãezona. “Eu cuidava de todos só no cartucho (risos). Se elas não faziam o serviço, iam dormir na rua ou no galpão”, conta, admitindo que ela era a “menina da espingarda”.
Eronilde faz coro com as irmãs. “Ele é tudo pra mim. É mesmo um paizão. Amo muito ele. Meu pai sempre foi guerreiro, atencioso. Quando uma das filhas precisa, ele sempre está pronto para ajudar”, pontua.
Apesar dos desentendimentos e do trabalho que as meninas deram, ele se diz feliz. “Sou orgulhoso da criação das minhas filhas. São todas boas pessoas. Elas podem até ter sido arteiras quando criança, mas nem por isso me envelheceram. A vida é tão boa, porque se estressar”, questiona.Para este Dia dos Pais, Adão já escolheu o presente. “Quero que elas se deem bem, que sejam sempre amigas como quando eram crianças”, finaliza.
• Joyce Alves Zanon

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Da Croce entrega três grandes obras à comunidade

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Um ato solene com a presença de autoridades e da comunidade em geral aconteceu no final da tarde do dia 16 de dezembro, quando o prefeito Adroaldo Da Croce e sua equipe entregaram à comunidade três importantes obras de infraestrutura que beneficia a todos os munícipes. Foram recapeados e asfaltados os três acessos de entrada da cidade. No sentido a Coqueiro Baixo e até a Gruta Nossa Senhora de Lourdes, cujo investimento contou com a ajuda através de emendas do deputado federal José Otávio Germano e do Senador Paulo Paim.
O asfaltamento e prolongamento da Av. Independência e trecho de área rural no sentido a Putinga, cujos os recursos usados contou com financiamento junto ao Badesul , recursos próprios e do Ministério das Cidades. E o recapeamento da Av. dos Imigrantes, onde foram realizadas também as calçadas laterais padronizadas e os canteiros centrais.
Para esta última obra, vieram recursos do deputado federal Pepe Vargas com a ajuda do prefeito de Westfália Sérgio Marasca.
Além destas obras que certamente ficarão marcadas na história do município, a atual administração ainda entrega no dia 28 de dezembro, a escola de ensino fundamental Santo Antônio, construída com recursos do FNDE, num valor de mais de R$ 1 milhão de reais.
Depois das falas das autoridades, em especial do prefeito Adroaldo Da Croce que aproveitou o momento para ressaltar o que fez pela sua comunidade, agradecendo o apoio e a confiança de todos nestes quatro anos em que esteve a frente do Executivo.
Após os descerramentos das placas comemorativas, os presentes foram convidados a participar de um coquetel no CTG Porteira da Amizade, para juntos confraternizarem.da croce_entrega_2da croce_entrega_3da croce_entrega_4

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Odi Lorenzini e Clério Rizzi projetam ações para a próxima gestão

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Odi Lorenzini (PMDB) será o novo prefeito de Relvado a partir de 1º de janeiro de 2017. Tendo como vice Clério Rizzi, também do PMDB.  A chapa conquistou 1.009 votos válidos, o que resulta em 52,47% do total. Odi e Clério receberam a reportagem do Jornal Antena para um entrevista. Confira.

 

 

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Perfil
Nome: Odi Paulo Lorenzini
Idade: 53 anos
Nascimento: 17/07/1963
Naturalidade: Relvado/RS
Escolaridade: Ensino Fundamental Incompleto
Profissão: motorista
Estado Civil: Casado
Esposa: Regina Lorenzini
Filhos: Ariel, Gustavo e Gabriel

 

Perfil
Nome: Clerio Rizzi
Idade: 35 anos
Nascimento: 12/10/1981
Naturalidade: Relvado/RS
Escolaridade: Ensino Médio Completo
Profissão: Agricultor
Estado Civil: Casado
Esposa: Daniela Barbieri Rizzi
Filhos: Gabriela Barbieri Rizzi (5 anos)

Jornal Antena –Por que o senhor quis ser prefeito de Relvado?
Odi Lorenzini –Eu cresci e vivi em Relvado. Trabalhei como motorista da Saúde e vereador por quatro mandatos e senti que era o momento de poder retribuir, de poder fazer alguma coisa por Relvado.
Jornal Antena –Como foi a campanha eleitoral?
Odi Lorenzini – A campanha foi pacífica, calma, tranquila. No decorrer destes anos como motorista e vereador, ouvi muito os moradores, e pudemos ter conhecimento das necessidades, dos anseios da comunidade. Nosso plano de governo foi baseado nisso, no desejo da comunidade. Visitamos cerca de 90% das casas, e em todos fomos recebidos muito bem. As pessoas convidavam para entrar, conversávamos e víamos as necessidades. Nosso município é cerca de 80% agrícola, então temos os olhos voltados para a agricultura, é preciso dar este suporte.
Jornal Antena –Vocês já têm projetos para esta área da agricultura?
Odi Lorenzini – Vamos trabalhar com mais incentivos. Queremos trabalhar com parceria com todos os vereadores, procurando fazer projetos que beneficiem o agricultor, como diminuir o valor cobrado por hora/máquina. Os programas municipais que já estão em vigor e são bons, iremos dar continuidade, melhorando sempre que possível. Queremos contratar técnicos para dar este suporte ao agricultor e manter atendimentos veterinários. Precisamos levar este suporte para o agricultor, que permita que ele produza mais, aumente a renda e até possibilite a permanência do jovem na propriedade. E manter os incentivos que já existem.
Jornal Antena – Qual a maior deficiência de Relvado hoje?
Odi Lorenzini – Durante a campanha, por meio deste contato com a população, percebemos que a agricultura é o setor que mais precisa de atenção. O setor da saúde também é uma preocupação da comunidade, principalmente porque temos muitos idosos. Temos mais de 100 pessoas com mais de 80 anos, então, eles se sentem seguros com a saúde funcionando bem, com atendimento 24 horas, e a própria população, de forma geral, também. A população pede que retornemos com o sobreaviso 24h. Já tivemos hospital em Relvado, e agora, sem, a população sente falta. Sabemos que não é viável voltarmos a ter um hospital, não adianta prometermos coisas inviáveis, mas vamos tentar viabilizar o sobreaviso, assim que o município tiver condições de realizar isso. Sabemos que vamos enfrentar problemas financeiros, que a situação financeira é complicada, mas vamos trabalhar para tentar tornar isso realidade.
Jornal Antena – E na sede do município, o que vocês pretendem fazer?
Odi Lorenzini – Vamos investir em melhorias, como calçamentos. Para isso, vamos buscar recursos federais, que existem nos Ministérios e temos como buscar para realizarmos melhorias na cidade. Queremos trabalhar a questão do rio que corta o nosso município, que está meio abandonado, tentando algum projeto para exploração turística, paisagismo no nosso Rio Jacaré.A geração de emprego também é um dos pontos a serem trabalhados no município.
Clério Rizzi - Também queremos dar prioridade para a questão da habitação. Temos cinco ou seis famílias na sede do município que não têm casa e vamos dar atenção a isto.
Jornal Antena – Vocês comentaram que hoje Relvado tem mais de 100 pessoas com mais de 80 anos. Existe algum projeto para este público em específico?
Odi Lorenzini – Temos sim, um deles, inclusive, está no nosso Plano de Governo, que é o Centro de Convivência. Estamos também com parcerias, pela iniciativa privada, alinhavadas para a viabilização deste projeto. O município manteria convênio para manter o nosso pessoal ali. Estamos buscando estas parcerias, conversando com especialistas da área até para uma casa geriátrica, que além de suprir a necessidade deste público, também iria gerar renda porque são necessários funcionários para atender este local.
Jornal Antena – Os projetos que já existem serão mantidos?
Odi Lorenzini – Vamos manter e aprimorar todos os possíveis. Queremos dar continuidade a estes projetos e programas, porque são importantes para o município. Inclusive, alguns profissionais serão mantidos, até porque eles já conhecem o funcionamento das atividades. Nosso slogan na campanha foi “Por um Relvado mais humano” e é isso que queremos: humanizar Relvado, resgatar o que se tinha antigamente, que Relvado seja mais unida. Vamos administrar com o povo, com as pessoas. Não é o prefeito, é a comunidade. O povo confiou nas nossas propostas e em nós. E nós nos identificamos com o povo.
Jornal Antena – E na Saúde, o que a comunidade pode esperar?
Odi Lorenzini - Na Saúde queremos melhorar o transporte de ambulância e colocarmos um carro para o transporte de pessoas com deficiência, que sofrem para serem acomodados em um carro simples. Vamos buscar isso junto a deputados, ministérios, ao Estado, onde for possível. Haverá muito empenho nosso para conquistar o melhor para o nosso povo. Os convênios com os hospitais também serão trabalhados. Hoje temos convênio com o hospital de Encantado, de Lajeado, que é referência. No momento que o município tiver condições, iremos retomar o convênio com o hospital de Nova Bréscia.
Jornal Antena – Vocês são sabedores que existem precatórios a serem honrados. O que vocês pretendem fazer para resolver isto?
Odi Lorenzini – Precisamos verificar e tomar conhecimento da realidade do município. Iremos assumir a prefeitura e estudar tudo. Por isso, é importante ressaltar que todos estes nossos planos não acontecerão imediatamente. Vamos, primeiro, ver a situação financeira do município e tentar pagar tudo o que precisa. Primeiramente, vamos organizar a casa, porque tem muita coisa a se fazer. Vamos cumprir com os contratos, organizar as coisas e realizar nossos planos no decorrer do mandato.
Jornal Antena – Qual será a marca desta gestão?
Odi Lorenzini – Nosso objetivo é unir a comunidade. Queremos deixar uma marca de respeito aos profissionais e a comunidade, valorizando o nosso povo, fazendo isso de uma forma que elas não esqueçam que trabalhamos sempre pelo melhor do povo. Também queremos valorizar o que temos aqui, o que é nosso. Daremos apoio aos investidores de fora, mas vamos dar atenção especial as empresas, indústrias e comércio daqui.
Jornal Antena – Vocês começam o ano já com um rodeio. Como será este evento?
Odi Lorenzini – O rodeio, que é tradicionalmente realizado em janeiro, fica a cargo da atual Administração. Temos já reservado um orçamento para isto. O parque de rodeios passou por melhorias e reformas recentes, mas pensamos em, futuramente, investir em novos pavilhões e cabanas, por exemplo. Precisamos fazer mais com menos. Mais eventos, mais atividades, com menos recursos, com gastos menores do que nos últimos anos.
Clério Rizzi – O nosso CTG tem crescido e levado o nome de Relvado para muitos lugares. É importante valorizarmos esta cultura e este trabalho.
Jornal Antena – Como será o diálogo entre Executivo e Legislativo?
Odi Lorenzini – Será de igualdade. Que tenhamos uma concordância, sem brigas. Queremos que exista uma sintonia, que todos falem a mesma língua, e que ela seja de respeito e em prol da comunidade. Fui vereador por quatro mandatos, e quando presidente, procurei conduzir a Câmara de Vereadores de forma democrática. Discussões são normais, mas desde que respeitosas.
Clério Rizzi – Executivo e Legislativo precisam andar juntos, viver em harmonia para que as coisas funcionem. No momento que um projeto sai do Executivo para Câmara, é porque ele tem fundamento. Se ele for bom, o vereador que está lá para defender o município e o eleitor, irá pensar no que é melhor para o município, independente do partido.
Jornal Antena – O secretariado já está definido?
Odi Lorenzini –Temos comissão formada, que tem como uma das funções nos auxiliar a escolher o secretariado. Já temos alguns nomes que são candidatos a assumir as secretarias, mas nada definido ainda.Vamos escolher pessoas que tenham competência e conhecimento para assumir estas funções.
Clério Rizzi – A nossa maior preocupação agora é manter profissionais em áreas que arrecadam recursos, já que, em alguns setores, com a saída de funcionários, podemos perder recursos financeiros.
Jornal Antena – Quais os planos para a Educação?
Odi Lorenzini – Manter o que está bom e melhorar alguns pontos, como o transporte escolar. Com a inauguração da nova escola municipal, precisamos analisar se ela irá centralizar os alunos do interior ou iremos manter o funcionamento atual. A nova escola irá atender também alguns dos alunos que hoje estão na rede estadual.
Jornal Antena – Quais os planos para o parque de máquinas?
OdiLorenzini – No decorrer do ano pretendemos buscar máquinas a mais, renovar. Queremos sempre manter uma frota em condições de trabalho. Quando entrarmos, iremos fazer um estudo técnico para verificar a situação do parque, e verificar o que precisa para dar andamento aos trabalhos.
Clério Rizzi – Com o passar do tempo, queremos ir em busca de um trator-esteira com o restelão, para fazer limpeza nas propriedades e nas estradas, para viabilizar o transporte e o escoamento da produção.
Jornal Antena – Há planos para o Esporte?
Clério Rizzi – Queremos reativar o futebol sete municipal e manter o campeonato municipal. Queremos também implantar uma pista de skate, na praça, tendo como modelo a pista que existe em Encantado, já que este é um pedido dos jovens do município.
Jornal Antena – Que mensagem vocês querem deixar para a comunidade?
Vamos trabalhar por um Relvado mais humano somando esforços com os vereadores, empresários, agricultores e demais forças vivas de nossa comunidade, buscando o melhor para todos.

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