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3.500 pessoas prestigiaram a abertura da Páscoa em Colinas

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No último domingo ocorreu a abertura das programações de Páscoa na Praça dos Pássaros. Em torno de 3.500 pessoas foram conferir a decoração e participar da Caça ao Ninho, brincar com brinquedos infláveis e ainda se divertir com o “Casal de Coelhos” que circulou pela cidade e interagiu com os visitantes. Além disso, lanches, bebidas, folhagens, flores, produtos coloniais e artesanato também foram comercializados no local.
“A programação de Páscoa tem por objetivo tornar a cidade um lugar agradável e acolhedor para ser visitado nesta época em que a Cristandade comemora a ressurreição de Cristo. Com isso queremos resgatar as tradições através da decoração das praças e das casas e também por meio de atividades, como a caça ao ninho e de brincadeiras diversas. Essa também é uma forma de oportunizar às crianças momentos de magia e alegria, através da interação com os casal de “coelhos”. Desta forma desenvolvemos o turismo na nossa cidade e elevamos a autoestima dos munícipes e visitantes, procurando proporcionar bem-estar a todos”, explica a secretária da educação, Tânia Fensterseifer.
No ano passado mais de 20 mil pessoas passaram pelo município durante as programações de Páscoa. A meta deste ano é ultrapassar este número. As atividades de Páscoa são realizadas nos finais de semana e feriados, na Praça dos Pássaros. A caça ao ninho ocorre das 14h30min às 17h. Por isso, os munícipes e turistas podem levar suas cadeiras, seu chimarrão e reviver com seus filhos as belas lembranças da infância. Para aquelas pessoas que adoram ficar conectadas, a Administração Municipal relembra que foi instalada internet na Praça dos Pássaros.
Visite o município de Colinas e se surpreenda com a alegria, a beleza, a descontração e a criatividade da cidade.

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Residências são danificadas por forte chuva de granizo

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Putinga – Um temporal de granizo, na noite de domingo, 30 de setembro, por volta das 21h, destelhou, segundo levantamento da Administração Municipal de Putinga, mais de 100 residências no município, fazendo com que fosse decretado estado de emergência.

Conforme o Secretário Municipal da Administração, Élson Streck, o fenômeno durou cerca de 20 minutos, a precipitação foi mais intensa na região central, “em um raio de 2km, onde o temporal passou, ele varreu o que tinha na frente”, relata Streck.
Os automóveis que no momento se encontravam estacionados nas ruas também foram danificados. Após o gelo derreter o estrago continuou, estabelecimentos comerciais da área central foram inundados. O telhado do parque de máquinas, composto por uma estrutura de metal, não suportou o peso das pedras de gelo e desabou.
O granizo também causou danos em galpões no interior do município, de acordo com o Secretario da Agricultura de Putinga, Renato Froza, foram cerca de 10 aviários e 6 chiqueiros atingidos, além de algumas residências.
Perdas significativas nas lavouras também serão sentidas nos próximos meses, a safra de algumas culturas está comprometida, “cerca de 40% do interior foi atingido”, lamenta Froza. O prejuízo total estimado deverá ultrapassar a casa de R$ 1 milhão.
A chuva voltou no amanhecer da segunda-feira, a comunidade se solidarizou e muitos ajudaram a cobrir as residências atingidas. Por volta das 9h da segunda-feira, já não havia mais estoque de lonas no comércio do município. Na área urbana mais de 20 famílias ficaram desabrigadas.
Segundo Eliane Mazocco, Secretária de Assistência Social, foram registrados cerca de 350 cadastros de residências, empresas e instalações atingidas pelo fenômeno. As aulas na Creche Municipal e na Escola Estadual de Ensino Médio Padre Domênico Carlino foram suspensas até que os reparos sejam realizados.

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Ilópolis sedia a partir de hoje a 4ª Festa das Etnias

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Ilópolis está com tudo pronto para a 4ª edição da Festa das Etnias, que tem início hoje, sexta-feira, 13, e segue até domingo, dia 15. O evento, que teve sua última edição em 2008, ocorre na Praça Itália. Com o tema “Lendo a Diversidade”, a festa procura resgatar os valores étnicos, os costumes e, também, promover a integração de diversos povos, através do canto, do teatro, das danças, da música, do artesanato típico, da gastronomia, dos trajes típicos e de outras atividades.
Conforme a secretária municipal do Turismo, Desporto e Lazer, Ariana Helena Maia Cittolin, esta edição do evento tem foco na literatura e por isso apresenta novas opções de dança, arte e entretenimento. “Também queremos que a comunidade perceba a diversidade e se encante com o que foi proposto, para agregar mais conhecimento e viver cada vez melhor”, explica.
A entrada nos três dias de festa é gratuita. O evento está sendo organizado pela Administração Municipal em parceira com a Região dos Vales Procultura e conta com o patrocínio da Erva Mate Ximango, da Ervateira Rei Verde, da Cerfox e do Moinho Sangalli. A 4ª Festa das Etnias tem o financiamento do Pró - Cultura RS da Secretaria de Estado da Cultura.

Confira a programação:
13 de março (sexta-feira)
18h30min - Acolhida das autoridades e visitantes
19h - Abertura oficial da 4ª Festa das Etnias. Abertura da Feira do Livro e Exposição Fotográfica
20h - Coral AABB Vida e Canto com apresentação de cantos da música brasileira, italiana, alemã e africana
21h - Dança Afro com o grupo Herdeiros de Zumbi
21h30min - GAN Anita Garibaldi com apresentação de Danças Birivas
22h - Show com Beto Pires

14 de março (sábado)
8h - Abertura da Feira do Livro e Exposição Fotográfica
9h - Contação de história
10h - Espetáculo “20.000 léguas de leitura divertida”
11h - Danças Afro-brasileiras com o Grupo Quilombos
14h - Espetáculo da “Peça 4 contos de teatro de bonecos”
15h - Apresentação de capoeira, dança do Maculelê, acrobacias, atabaques e berimbau com o Grupo Oxossé e Mestre Karkará
16h -Espetáculo “20.000 léguas de leitura divertida”
17h - Orquestra Municipal de Encantado
19h - Danças Contemporâneas com o grupo Corpo e Movimento do CRAS de Ilópolis
19h30min - Danças Tradicionais Gaúchas referenciando a cultura italiana com o CTG Querência do Mate
20h - Dança Árabe com Mônica Mahasin
21h - Escolha das Soberanas
22h - Show com Sinandra Tesser
23h - Show com Joca Martins

15 de março (Domingo)
8h30min - Recepção no Santuário São Paulo Apóstolo com Banda Marcial e Grupo de Flautas de Ilópolis
9h - Celebração Religiosa em homenagem aos 10 anos de Gemellaggio entre as cidades coirmãs de Ilópolis-RS/Brasil e Auronzo Di Cadore Belluno/Itália
10h - Abertura da Feira do Livro e Exposição Fotográfica
10h30min - Descerramento da Placa de denominação do Centro Social e Cultural de Ilópolis
14h - Apresentação de hip hop da Raízes Árabes Escola de Dança
14h30min - Dança Alemã com sapato de pau do grupo Westfália Tanzgruppe
15h e às 16h - União Etnias Ijuí com dança Italiana, Letos, Espanhola e Portuguesa
18h - Orquestra Municipal Marques de Souza
19h - Encerramento com Show Ragazzi Dei Monti

 

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Filho reencontra mãe depois de quase meio século

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Você já imaginou se, de uma hora para outra, descobrisse que foi adotado e aquele casal amoroso que o criou, na verdade, não são seus pais? Que aquelas crianças com quem cresceu, chamando de “mano” e “mana”, na verdade, não são seus irmãos biológicos? Ou ainda, se aquele sobrenome que você assina desde que aprendeu a escrever, na verdade, não é seu por laço sanguíneo? Parece história de novela, mas acontece. E bem perto de nós.
Olavo, hoje com 51 anos, nasceu e cresceu em Vespasiano Corrêa, e viveu intensamente sem se preocupar com parentes perdidos até seus 15 anos. Foi nesta idade que o rapaz, que até então chamava-se Olavo Mezzaroba, descobriu que havia sido adotado pelo casal que chamava de pai e mãe. “Foi somente depois da morte deles que tudo veio à tona”, conta. Até então, Olavo não desconfiava de nada. Foi depois de uma briga de adolescente com um parente que ele ficou sabendo da adoção. “Corri para a casa da Inês para saber se era verdade”, lembra. Inês, a irmã mais velha, acolheu o irmão adotivo. “Eu lembro que chorei muito, mas contei a verdade”.

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A descoberta
Olavo se redescobriu aos 15 anos. Seus irmãos não eram consanguíneos e seu sobrenome não era Mezzaroba. Ao ver sua certidão de nascimento, ele percebeu que seu nome verdadeiro é Olavo Fernandes de Mattos. “Naquela época não se exigia documentação para tudo. Você chegava em algum lugar, dizia o nome e pronto, não precisava provar por meio de documentos”, comenta. Foi aí que começou a busca pelos pais biológicos.Sua investigação deu resultados: quatro anos após descobrir a história, encontrou o pai, Luís Moreschi, hoje com 86 anos, em um município do Paraná. “Eu tinha 19 anos quando o encontrei. Mantenho contato com ele até hoje, mas ele nunca foi muito aberto a falar da minha mãe. Apenas dizia que eu nunca a encontraria”, lembra. Ao encontrá-lo, Olavo descobriu uma nova família: o pai casou novamente, tendo outros seis filhos, mas a busca pela mãe continuava.

Uma história de novela
A história de Olavo começa na década de 1960 e tem tantos desdobramentos que parece o roteiro de uma novela. Olavo nasceu em 2 de abril de 1964, em Linha Capoeira Grande, no interior de Vespasiano Corrêa. Antes dele, havia o primogênito Glaor; depois, a caçula Marlowa, falecida há dois anos. A mãe biológica, Leda Fernandes de Mattos Motta, teve o primeiro filho aos 13 anos e o último, a pequena Lúcia, que faleceu ao nascer, aos 17 anos. O marido, pai das crianças, abandonou a jovem mãe com três filhos e foi embora.
Sozinha e sem condições de criar os filhos, Leda precisou tomar a difícil decisão de doar as crianças.
Inês, à época com 16 anos, foi buscar o novo irmãozinho. “Lembro que meu pai chegou em casa de noite falando que a Leda estava doando as crianças. Ele ficou interessado e perguntou o que achávamos. Minha mãe concordou em pegar o mais velho, Glaor, que tinha três anos na época”, lembra a irmã adotiva. No dia seguinte, o pai de Inês avisou que o mais velho já havia sido adotado, mas ainda havia o Olavo e Marlowa, que esperavam por uma casa. “Logo após o meio-dia minha mãe me mandou buscar o Olavo. Eu fui, levando uma cesta para trazer os pertences dele. A Leda, sempre calma, me entregou o menino e correu para dentro de casa, com medo que ele chorasse ao ver que ele partiria sem ela”, rememora Inês. Olavo, que tinha um ano e oito meses, partiu para uma nova vida, acompanhado da irmã adotiva.
O rapaz cresceu na mesma cidade, mas com uma nova família. Seus irmãos – Glaor e Marlowa- também haviam sido adotados, mas cada um por uma família diferente. “A Marlowa nasceu na maternidade e foi adotada lá mesmo”, conta Olavo. Frequentando a escola, Olavo faz novas amizades, e arranja amigos para brincadeiras, entre eles, os próprios irmãos. “Tenho fotos da escola, do lado da Marlowa, sem saber que ela era minha irmã”, conta. Na cidade, todos sabiam da história. “Quando descobri que era adotado, fui falar com um professor e ele disse que todos sabiam, e que um dia eu também descobriria. Naquela época não se falava tanto do passado”, conta Olavo.

Nova família, mesma luta
Depois de andar pelo País, Olavo, agora homem adulto e caminhoneiro, estabeleceu-se em Nova Prata do Iguaçu, um município de pouco mais de 10 mil habitantes localizado no sudoeste do Paraná. Lá, casou com a agente educacional Lúcia Beth e teve três filhos: Alex Rodrigo (24), Rafaela (17) e Rafael (15). Apesar de o tempo ter passado, de ter constituído família, o sonho de encontrar a mãe nunca desapareceu. “Eu sempre disse pra minha família que amo todos eles e sou muito feliz com a vida que tenho, mas parece que faltava alguma coisa, eu realmente precisava encontrar minha mãe, saber se ela estava viva ou não”, comenta. E com o nome de sua mãe biológica, que consta na sua certidão de nascimento, ele deu sequência à busca.
Morando no Paraná, Olavo sempre aproveita as folgas para passear no Sul, com a esposa e os filhos. Vão a Vespasiano Corrêa, onde visitam a família adotiva. E nestas andanças, sempre atento a novas pistas sobre o paradeiro da mãe.
A esposa de Olavo, Lucia, diz que sempre soube do engajamento do marido em busca da família. “Procuramos na Interpol, na internet, em registros de pessoas falecidas. Procuramos por tudo, mas o nome da mãe dele, Leda Fernandes de Mattos, sempre resultava em milhares de pessoas e, nunca dava em nada”, comenta.

Uma nova pista
Com viagem de férias agendada para Vespasiano Corrêa, Olavo decide que, desta vez, iria para a região de Arvorezinha em busca da mãe. Mas uma nova pista chega antes de eles subirem as serras do Vale do Taquari. Já na casa da irmã Inês, a filha de Olavo, Rafaela, descobre o telefone da possível avó. “A Rafa decidiu procurar na lista telefônica e encontramos uma Leda Fernandes de Mattos Motta. Achamos estranho o Motta, um sobrenome só é adquirido depois de casada, então imaginamos que ela poderia ter casado novamente”, conta Lúcia.
A descoberta foi feita na quinta-feira, dia 7 de janeiro. A família não aguentou esperar e Lúcia decidiu tentar seguir a pista. Pegou o telefone e ligou para o número de Porto Alegre. “A mulher que atendeu confirmou o nome, mas quando disse que meu marido estava procurando pela mãe, ela disse que não tinha tido mais filhos. Este ´mais´ foi estranho e nos fez pensar que a tínhamos finalmente encontrado, mas decidimos esperar o Olavo voltar para casa para tentarmos novamente”, fala. Mas enquanto aguardavam, já faziam planos. “Ela negou ter outros filhos, mas a gente sabia que era ela. Então já tínhamos decidido ir a Porto Alegre na segunda-feira e resolver isso pessoalmente”, comenta Lúcia.
Ao chegar na casa da irmã e descobrir do contato com sua possível mãe, Olavo resolve telefonar para checar. “Liguei por volta das 18h da quinta-feira, contando a história e ela me pediu para ligar mais tarde. Retornei a ligação às 9h da manhã seguinte”. Leda, admite ter tido outros filhos e aceita conversar com Olavo. “Ela me passou o telefone celular dela e marcou um endereço para nos encontrarmos. Disse que eu poderia ir ainda na sexta-feira, mas como ela parecia na defensiva, resolvermos esperar até segunda”, argumenta Olavo.

O encontro
Na segunda-feira, dia 11 de janeiro, bem cedo, dois carros saem de Vespasiano Corrêa em direção a um encontro esperado por quase 50 anos. No caminho, param em Muçum para pegar Glaor, o irmão biológico de Olavo com quem ele retomou contato há anos. O encontro acontece no estacionamento de um mercado, localizado na Avenida Assis Brasil, na capital gaúcha. Além dos filhos Glaor e Olavo, Leda ainda pode conhecer a nora Lúcia e os netos Rafael e Rafaela.
Entre abraços e beijos, Leda contou sua história. Com 17 anos e com três filhos para criar, ela entregou as crianças para adoção. Dois anos mais tarde, deixou Vespasiano Corrêa e rumou para Caxias do Sul, onde foi tentar recomeçar a vida trabalhando em uma casa de família. Lá, conheceu o marido, um libanês que já tinha dois filhos de outro casamento e com quem teve outros três filhos. De lá, mudou-se para Porto Alegre, onde criou os filhos e os enteados, juntamente com o marido, que faleceu há nove anos. A família que Leda constituiu depois de deixar o Vale do Taquari ainda não sabe desta fase de sua vida até o momento. O falecido marido de Leda tinha conhecimento da história, mas os filhos do segundo casamento ficaram sabendo há poucos dias. Agora, próximo de seu aniversário de 70 anos, Leda recuperou os filhos que a vida lhe tirou. No próximo dia 28 de janeiro, a festa que irá celebrar as sete décadas de Leda terá toda a família, reunindo os descendentes do primeiro e do segundo casamento em momentos que prometem muita emoção. Olavo se diz contente. “Finalmente pude encontrá-la. Tudo que eu queria era saber onde ela está, não fui em busca de desculpas ou explicações. O que passou, passou, o importante é que possamos seguir adiante. Vamos deixar a surpresa e a emoção se dissiparem um pouco para poder vivermos ainda mais felizes as nossas vidas, juntos, de preferência”.
• Joyce Alves Zanon

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Colinas - A Páscoa no Vale é na Cidade Jardim

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A chegada da Páscoa está causando grande expectativa e alvoroço na cidade de Colinas. Os coelhos estão novamente invadindo a cidade e preparando Colinas para comemorar com os visitantes esta significativa data da Cristandade. Com certeza você se surpreenderá com a alegria, a beleza, a descontração e a criatividade da decoração nas Praças, no comércio e nos pátios das casas.
Para tornar mais agradável e inesquecível a sua passagem por Colinas, além do comércio de artesanato e de produtos coloniais, nos finais de semana e feriados haverá variadas programações, na Praça dos Pássaros, no turno da tarde.
A partir do dia 22 de março será realizada a Caça ao Ninho, Brinquedos infláveis e a presença do “Casal de Coelhos” que estará circulando pela cidade interagindo com os visitantes.
Traga a sua cadeira, seu chimarrão, sente-se na praça e venha compartilhar com os seus filhos as belas lembranças da sua infância. Colinas espera por você!

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Álbum de fotos desta edição

ALBUM: a_páscoa_no_vale_é
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