Jornal Antena - Encantado RS

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Fontana assume em Arvorezinha

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Arvorezinha – Em um ato solene, realizado na tarde do dia 1° de janeiro, no Auditório Municipal Domingos Dorigoni, Luiz Paulo Fontana (PSDB) e Roberto Fachinetto (PP) assumiram o comando da Prefeitura de Arvorezinha perante um auditório lotado pela comunidade. Na ocasião também tomaram posse de seus cargos os vereadores eleitos Delemar Paniz (PSDB), Nelsinho de Bona (PDT), Jaime Borsatto (PP), Elisabete de Mello Mucelin (PDT), Fabio de Lima (PP), Fabiane Potrich Ghelen (PDT), Tiago Fornari (PP), Roge Civa (PDT) e Daniel Lima (PP). Em seguida ocorreu a eleição da Mesa Diretora, através de voto secreto Delemar foi eleito para assumir a Presidência, Jaime assume a vice-presidência, Elisabete será a primeira secretária e Fabiana assume o cargo de segunda secretária. Com um pronunciamento forte, marcado por críticas ao antigo governo e ressaltando o esforço para concretizar os compromissos firmados na campanha, Fontana foi muito aplaudido e apoiado pelo público presente. Em sua oportunidade Fachinetto ressaltou que no decorrer da campanha “não fizemos oposição por fazer, mas sim porque queríamos o bem do município”. A importância de trabalhar em união com a Câmara de Vereadores também foi enfatizada no discurso do novo Prefeito, “somente desse modo será possível encontrar as soluções dos problemas e alternativas para que Arvorezinha possa crescer”. O Secretariado de Arvorezinha, que auxiliará Fontana e Fachinetto em seus trabalhos, será composto por Flávio Scorsatto (Administração), Dirce Guelen Zanchin (Educação), Aline Barbisan Salvini (Finanças), Rubi Borsatto (Agricultura), Talini Salvini (Fazenda) e Volmar Fornari (Saúde).

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Bendito entre as mulheres

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 Adão José da Silva (55) é rodeado por mulheres. São dez representantes do sexo feminino ao seu entorno: a esposa, Terezinha de Fátima da Silva (52), e nove filhas. Sim, o casal teve nove herdeiros, todas mulheres.Com 33 anos de casado, Adão e Terezinha são pais de Eliane (32), Eronilde (30), Fernanda (26), Fabiane (25), Jose Paula (24), Taís (23), Vani Paula (21), Vanessa (20) e Vanusa (18). 

A maioria das filhas já saiu de casa, seguindo com suas vidas e se espalhando pela região, mas sem nunca perder o contato com os pais. Na casa localizada na Linha Azevedo, interior de Encantado, moram o casal de pais, duas filhas e um neto, David. São nove filhas e nove netos, dos quais, três são meninos. O mais velho tem 13 anos, e foi criado pelos avós até os nove anos de idade, e o caçula, David, tem quatro.

Um homem, dez mulheres
Adão garante que nunca se preocupou muito se teria filhos ou filhas. “Queria todos com saúde, e assim vieram, graças a Deus”. Nem mesmo depois de já ter três ou quatro meninas, desejava ser pai de um menino. A esposa diz que o marido ainda torcia para a hegemonia feminina. “A cada gravidez, ele dizia que iria ser menina. Fez isso nas nove gestações”, conta. “Eu torcia para ser uma menina”, confessa o pai.
Adão diz que viver entre 10 mulheres não foi tão difícil. “Descobri que chorar e gritar era normal. E eu nunca me incomodei muito com isto”, conta. Criar as filhas também não assustou o casal. “Não foi difícil de criar nove filhas. Hoje seria mais complicado”, confessa a mãe, Terezinha. O agricultor acredita que, com o passar dos anos, a criação dos filhos ficou mais complicada. “Eu já tenho todas minhas filhas criadas. Naquela época era mais fácil. Elas comiam, e ainda comem, de tudo. As coisas mudaram com o passar dos anos. Antes se lavava a louça com sabão, depois tinha que ser com detergente, por exemplo. A gente mesmo é que cria as dificuldades da vida”, pontua.

A infância
As filhas, todas nascidas em Encantado, vieram ao mundo de forma natural. “Tive oito de parto normal. Só a mais nova foi cesárea, quando aproveitei para fazer ligadura”, conta a mãe. O pai ainda lembra que todas sempre foram saudáveis. “Todas sempre tiveram boa saúde. Não tinha médicos, quando alguém ficava doente, tomávamos chá”, conta.
Com pouca diferença de idade entre as meninas, o companheirismo foi consequência. “Elas se davam muito bem, iam juntas para a escola e eram amigas. Tinha uma que outra briga, mas nada preocupante. As mais velhas ajudavam a cuidar das mais novas, e todas se entendiam”, lembram os pais. Mas com tantas crianças juntas, naturalmente aconteciam peripécias. “Uma das mais velhas pegava uma espingarda velha que tínhamos em casa para assustar as outras. Botava todas no serviço”, relembra.
Para criar as filhas, o casal humilde contou com a ajuda de muitas pessoas. “Sempre, sempre tivemos ajuda. Ganhávamos roupas para as meninas, cobertores, comida. Eram vizinhos, amigos, conhecidos e até gente que não conhecemos. A Paróquia, através da Pastoral, sempre nos ajudou muito. Ainda hoje, com elas todas crescidas, as mulheres vêm nos visitar e trazem alguma coisa”, contam. A família residiu boa parte da vida no interior, mas sem nunca descuidar da educação das meninas e sem deixar faltar nada, apesar das dificuldades. “Como a casa é pequena, na hora de dormir, colocávamos colchões pela casa, e elas dormiam juntas. Depois, fomos nos ajeitando”, lembram.

A adolescência
Conforme as meninas iam crescendo, outros entraves apareciam: as saídas para festas e os namoradinhos. Na hora de ir aos bailes, surgia aquela velha história de “pede pra pai e pede pro pai”. Neste caso, quem fazia a intermediação era Terezinha, que costumava até amenizar as pequenas brigas.
Os namorados foram outro capítulo na família. Terezinha ainda destaca um episódio que ocorreu com uma das meninas. “Um dia o Adão chegou e viu uma das filhas dormindo com o namorado. Ele ficou bravo e foi dormir dentro do carretão no galpão. Tive que procurar ele por muito tempo”, conta. Adão se justifica. “O que eu não fiz para os meus pais meus filhos e netos não podem fazer para mim. Tudo bem namorar, mas o respeito tem que se manter. Se, mesmo contra minha vontade, ela dormia junto com o namorado, eu poderia sair de casa, porque eu não estava mandando em mais nada”, pontua. O caso foi resolvido rapidamente, e a paz voltou a reinar. Questionado se tem ciúmes das filhas, Adão dá um sorriso e responde enfaticamente. “Claro, são as minhas filhas”.
Os namoricos se tornaram mais sérios e os casamentos se tornaram realidade, mas sempre com a supervisão do pai, que se diz rígido na criação dos filhos. “Podiam casar, mas as coisas não são assim tão fáceis. Quando eu casei, não dependia dos pais nem dos sogros. Eu me arranjei, organizei minha vida. Não dá pra casar e esperar que os outros te sustentem e arranjem tua vida”, conta.

Muito amor
Adão e Terezinha garantem que as filhas são muito carinhosas e até um pouco ciumentas. “Quase todas foram embora, mas vêm para casa nos finais de semana. Às vezes até dá briga, porque elas querem exclusividade. Acham que tem que ser uma de cada vez a vir nos visitar. Não precisa, tem pai e amor para todas”, brinca. Do pai, todas herdaram uma característica: uma pinta que o progenitor tem no rosto, as meninas também carregam no peito, no rosto ou na orelha.
A boa relação de cumplicidade e amizade entre elas ainda é realidade, com exceção de algumas brigas que ocorreram entre elas e da mais velha, que se desentendeu com o pai. “Brigávamos entre nós por qualquer coisa, mas coisas de menina. Quando criança, isto é normal. Depois as coisas mudam, e nós também”, dizem as filhas.
O amor das meninas para com o pai e a mãe é notável. “Ele é um grande pai. Melhor para nós, que éramos sim umas pestinhas. Ele era rígido, mas sempre amoroso”, conta Fabiane. Vani se diz muito orgulhosa do pai. “Ele era ciumento. Não podíamos usar roupas vermelhas nem amarelas, nem roupas curtas. Mas as vezes acabávamos usando e saindo escondidas para os bailes”, admite. A “implicância” contra a cor vermelha se explica pelo time do coração da família: Grêmio. Apenas Eronilde é colorada, a exemplo do marido. “Mas era gremista quando era mais nova”, garante o pai.
Vanessa é só elogios para o pai. “Tenho muito a agradecer a eles. Foram eles que pagaram meus estudos, me criaram, me deram amor, carinho e educação”, conta a professora. Fernanda diz que era a mais quieta. “Eu era a mais tímida, mais quieta, quase não ia a bailes”, diz, com a irmã Fabi dizendo que sim, ela ia aos bailes. Sendo a terceira filha, Fernanda foi quase uma mãezona. “Eu cuidava de todos só no cartucho (risos). Se elas não faziam o serviço, iam dormir na rua ou no galpão”, conta, admitindo que ela era a “menina da espingarda”.
Eronilde faz coro com as irmãs. “Ele é tudo pra mim. É mesmo um paizão. Amo muito ele. Meu pai sempre foi guerreiro, atencioso. Quando uma das filhas precisa, ele sempre está pronto para ajudar”, pontua.
Apesar dos desentendimentos e do trabalho que as meninas deram, ele se diz feliz. “Sou orgulhoso da criação das minhas filhas. São todas boas pessoas. Elas podem até ter sido arteiras quando criança, mas nem por isso me envelheceram. A vida é tão boa, porque se estressar”, questiona.Para este Dia dos Pais, Adão já escolheu o presente. “Quero que elas se deem bem, que sejam sempre amigas como quando eram crianças”, finaliza.
• Joyce Alves Zanon

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É tempo de viajar através da leitura em Estrela

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Estrela – Foi aberta oficialmente ontem (21/05) a 5° Edição da Feira do Livro, na Soges em Estrela. Cerca de 600 pessoas participaram da solenidade, que seguiu com palestra do jornalista Alexandre Garcia. Diversas autoridades prestigiaram a ocasião, entre elas o prefeito Celso Brönstrup, a vice-prefeita Irene da Silveira e Secretários Municipais da Administração. Em seu pronunciamento a Secretária Municipal de Educação, Juliana Wagner de Moraes, destacou a valorização da leitura na infância. “Estimulando nossas crianças, vamos formar pessoas com opinião crítica, ética e transformadora. Livros abrem caminho para um universo de viagens”, destacou.
O prefeito Celso Brönstrup falou que a leitura, além de ótimo exercício para o cérebro, estimula o ato de pensar e amplia a capacidade de reflexão do indivíduo. “Livros são alimentos para o desenvolvimento da mente e é indispensável para a cultura.” O mesmo foi defendido pelo Jornalista Alexandre Garcia em sua palestra. “A leitura é importante para a civilidade”, disse. O jornalista vê o livro como um cúmplice do leitor. “Ele nos permite folhear para frente e para trás, fazer marcações, reler e viajar.”
Além de lembrar episódios vividos em Estrela na infância e como o estímulo de sua mãe o tornou um ávido leitor, Garcia também comentou fatos pitorescos sobre matérias realizadas em Brasília.
Após a palestra, os participantes seguiram para o Ginásio da Soges para a abertura da fita, acompanhados da Banda do Núcleo de Cultura. A decoração alusiva ao tema foi um dos destaques.
Hoje a programação segue extensa, com Hora do Conto na parte da tarde e de noite, palestra no Salão Social da Soges, com a professora Jane Haddad, sob o título “Famílias Modernas e Filhos Pós-Modernos.” O evento, que inicia-se às 19h30min é aberto à comunidade e gratuito.

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Mais de 600 pessoas para abertura da feira

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Secretária Juliana falou da valorização da leitura

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Prefeito credita ao livro a ampliação da capacidade de pensar

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Feira está oficialmente aberta

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Alexandre Garcia falou com entusiasmo para mais de 600 pessoas

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Artista interpretou texto de William Shakespeare

 

 

Títulos
Cerca de 17 mil títulos estão disponíveis na Feira do Livro, através das livrarias Spazzo e Armazém. Os preços variam e os mais acessíveis saem por R$ 0,50. Cerca de 10 mil pessoas devem participar da programação, que segue até dia 26.
Leitores
Um espaço será disponibilizado para que o visitante possa confeccionar sua carteira de leitor da Biblioteca Pública, dia 25, das 18h às 21h e dia 26, das 8h30min às 11h30min. Para fazer o documento é necessário comprovante de endereço e identidade. Não haverá custo e o leitor poderá fazer uso de um acervo com mais 28 mil exemplares.

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Possebon toma posse e mantém base do secretariado

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Putinga – O Prefeito reeleito de Putinga, Valdir Possebon (PP), tomou posse de seu cargo novamente na manhã de 1° de janeiro, durante a sessão solene de posse na Câmara de Vereadores de Putinga. No transcorrer da cerimônia também foram empossados o seu Vice Eduardo Guadagnin (PDT) e os nove vereadores para o mandato 2013-2016. São três as prioridades de Possebon para esse seu novo mandato: infraestrutura, saúde e agricultura. Para dar sequência ao trabalho que vem sendo realizado o Prefeito manterá a base de seu secretariado do último mandato. Rogério Dallaqua (Agricultura), Mário Lumi (Obras), Elson Streck (Administração e Finanças), Éder Dalberto (Educação) e Eliane Mazzocco (Assistência Social) seguem no grupo de trabalho. A única pasta com nome a definir é a da Saúde, nomes estão sendo analisados e assim que for o mesmo for definido a vaga será preenchida. Na ocasião ocorreu também a eleição para composição da Mesa Diretora do Legislativo para o ano de 2013. A Presidente será Diana Dalberto (PP), tendo como Vice-Presidente Josmairo Maróstica (PP), Primeiro Secretário Mário Rosado (PDT) e Segundo Secretário Paulo dos Santos (PP). Os outros vereadores empossados são Enevir Polese (PDT), Edison Arosi (PMDB), Alduir Strapasson (PMDB), Sandra Balbinot (PMDB) e Neodi Azzolini (PT).

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A fé no Cristo ressuscitado

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Visitantes de todo o Estado estiveram em Imigrante no último final de semana para a encenação da 11ª Paixão de Cristo de Imigrante. O espetáculo, com duração de 2h30min, ocorreu em frente ao Convento Franciscano São Boaventura, no bairro Daltro Filho, na noite de sexta-feira, dia 18, e sábado, dia 19.
Realizada pela Associação Cultural da cidade, com apoio da prefeitura e TBT Produções, o evento é dirigido por Marcelo Brentano. A peça que narra os últimos momentos da vida de Cristo conta com 100 atores da comunidade. São crianças de oito anos até adultos de 80, que, durante três meses, se preparam para fazer bonito nas apresentações.
O financiamento Pró-Cultura, Lei nº 13.490/2010, e o patrocínio das empresas Deale, Girando Sol e Sicredi, além do valor destinado pela prefeitura, possibilitam o espetáculo, embelezando-o com show piromusical.
Conforme o prefeito em exercício, Charles Porsche, a edição 2016 reuniu cinco mil pessoas. “Foram três mil visitantes na sexta-feira e duas mil no sábado”, explica. Com o número expressivo de público, o sucesso foi garantido. “Mesmo com o mau tempo, a Paixão de Cristo superou as expectativas. Foi um espetáculo maravilhoso e isso se deve à organização, à colaboração de toda a equipe, para que este se torne um dos maiores eventos da região”, enfatizou.

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