Jornal Antena - Encantado RS

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Sicredi realiza processo seletivo para área comercial da agência de Encantado

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O Sicredi está com processo seletivo aberto para a área comercial da agência de Encantado.  Para participar, o candidato deverá possuir ensino superior completo ou em andamento e residir ou ter vínculo residual no município.

O cadastro do currículo pode ser realizado até o dia 7 de outubro por meio do site www.sicredi.com.br, na aba Trabalhe Conosco. Os candidatos que forem selecionados para a próxima etapa (conforme análise do currículo) serão contatados através do e-mail cadastrado no site até o dia 9 de outubro. 

Dúvidas ou mais informações sobre a oportunidade podem ser obtidas por meio do e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

O Sicredi está com processo seletivo aberto para a área comercial da agência de Encantado.  Para participar, o candidato deverá possuir ensino superior completo ou em andamento e residir ou ter vínculo residual no município.
O cadastro do currículo pode ser realizado até o dia 7 de outubro por meio do site www.sicredi.com.br, na aba Trabalhe Conosco. Os candidatos que forem selecionados para a próxima etapa (conforme análise do currículo) serão contatados através do e-mail cadastrado no site até o dia 9 de outubro. 
Dúvidas ou mais informações sobre a oportunidade podem ser obtidas por meio do e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
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Área para implementação de Condomínio de Aves da Dália

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Rogério Petrini (35) e outros 21 produtores associados à cooperativa Dália Alimentos estão em contagem regressiva para o início do funcionamento do Condomínio Avícola Marques de Souza. A área com 16 hectares foi entregue oficialmente na sexta-feira, dia 22 de setembro, quando os 22 sócios cotistas do empreendimento, além da cooperativa Dália, executora do projeto, participaram da solenidade de entrega do terreno localizado em Vasco Bandeira, interior do município de Marques de Souza.
A entrega foi a primeira de várias etapas que ocorrerão nos próximos meses, até que o empreendimento, com capacidade para 275 mil frangos e oito núcleos instalados, esteja em pleno funcionamento. A conquista da área, no valor de R$ 210 mil, é fruto da mobilização dos poderes Executivo, que adquiriu o espaço, e Legislativo, que aprovou o projeto para aquisição. Para marcar a compra e a respectiva entrega, sócios, familiares, secretários municipais, vereadores, lideranças locais e regionais, autoridades e Direção da Dália Alimentos participaram do momento festivo.
Dentre as autoridades presentes, o presidente do Conselho de Administração da Dália Alimentos, Gilberto Antônio Piccinini; o vice-presidente, Pasqual Bertoldi; o presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas; o conselheiro de Administração, Idalmir Nicolini; o prefeito de Marques de Souza, Edmilson Dörr; o vice-prefeito Lucas Stoll e o presidente da Câmara de Vereadores, Rubens Heineck.
O presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, reiterou que a ideia de produção associativa já é utilizada em outras atividades, porém, trata-se de uma novidade na área da avicultura de corte. “Com este modelo, ao mesmo momento pioneiro e desafiador, a cooperativa pretende trazer viabilidade e êxito ao seu associado e também a toda comunidade. Esperamos que traga renda e qualidade de vida”, disse, enaltecendo a parceria público-privada como ponto alto para viabilização do projeto. “Ambos os poderes olharam para o bem de toda a comunidade”.
O pioneirismo de uma cooperativa em desenvolver projetos deste cunho também foi destacado pelo presidente do Conselho de Administração, Gilberto Antônio Piccinini. “A Dália possui uma vanguarda de 70 anos de história e com certeza este dia, para nós da cooperativa, e para a comunidade de Marques de Souza, ficará na história como um dia em que se leva adiante a ideia de produzir de forma associativa, pensando no coletivo e com grandes diferenciais competitivos”.
A Dália Alimentos terá nove núcleos para a produção de frango de corte. Já oficializaram o repasse das áreas de terra os municípios de Venâncio Aires, Encantado, Mato Leitão e Marques de Souza. Anta Gorda e Vespasiano Corrêa deverão fazê-lo em breve, restando definir outros três municípios para implementação dos núcleos, cujas visitas e estudos estão sendo realizados. Estes frangos serão matéria-prima para abastecer o Complexo Industrial que se encontra em andamento no município de Arroio de Arroio, composto por frigorífico, fábrica de farinhas e fábrica de rações.

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Natural da região, criador de CTG nos Estados Unidos visita terra natal

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Jatir Delazeri, aos 69 anos, tem muita história para contar. Nascido em Pouso Novo, ele se mudou para Relvado com apenas cinco anos, onde morou durante muito tempo, até seguir para Porto Alegre. Jatir já reside na cidade americana de Los Angeles há mais de 30 anos, onde já deixou sua marca: criou o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG) dos Estados Unidos.
Aposentado há dois anos, Delazeri esteve na região para visitar amigos e parentes, além de receber honrarias pelo trabalho que desenvolve no exterior, levando a cultura e a tradição do Rio Grande para outros lugares e lançar seu terceiro livro. No dia 15 de setembro, no Palácio do Piratini, ele recebeu o título de Embaixador da Cultura Gaúcha nos Estados Unidos da América, em reconhecimento aos serviços prestados em nome das tradições e do folclore gaúcho. A honraria, oferecida pelo Governo do Estado, contou com a presença do governador José Ivo Sartori.

O CTG
Em 1992, juntamente com mais 14 famílias de brasileiros, Jatir fundou o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG) dos Estados Unidos, o CTG General Bento Gonçalves, do qual foi patrão.
O curioso é que Delazeri não era frequentador assíduo de CTGs. “Eu tinha entrado em CTGs apenas duas vezes na vida. Não vivenciei esta vida diretamente. Lá nos Estados Unidos, percebi a dificuldade de se ter uma vida social. Não existiam muitas atividades neste setor, então resolvemos criar o CTG. Hoje sou um grande incentivador da cultura gaúcha”, garante.
Atualmente, o CTG General Bento Gonçalves conta com cerca de 500 membros, e o norte das américas já conta com a Confederação Norte Americana de CTGs, com sete nos EUA e um no Canadá.

Vida de escritor
Em 1987, Jatir Delazeri lançou seu primeiro livro: “Um ítalo-gaúcho em Los Angeles”. Em 2007, ele lançou seu segundo livro. “Nasce um povo e uma história”. E neste mês, ele lançou sua terceira obra, intitulada “Caminho percorrido por uma família de imigrantes italianos”, que levou dois anos para ser concluído. “Lancei o último livro no dia 16 de setembro, no Parque Harmonia. Os dois primeiros já fazem parte da Biblioteca Pública de Los Angeles e esta terceira obra também estará lá em breve”, comenta.

A vida em solo americano
Depois de sair de Relvado, Jatir foi morar em Porto Alegre, onde trabalhou em estaleiros. Com uma crise econômica forte que atingiu o país no início da década de 1980, Jatir acabou perdendo o emprego. Um irmão dele, que já residia em Los Angeles, convidou-o para seguir com ele. “Eu fui. Em janeiro de 1984 me mudei para Los Angeles, onde trabalhava em uma oficina com meu irmão. Algum tempo depois, abri minha própria loja de peças de carros e uma oficina minha, que mantive durante anos”.
Na Califórnia, ele constituiu família. “Voltei para o Rio Grande do Sul em 1988, para casar com minha esposa, Irene. O casamento foi em Arroio do Meio, e depois voltei para Los Angeles, casado”, comenta. Hoje, o casal tem uma filha chamada Stephanie, que nasceu nos Estados Unidos. “Nós temos cidadania brasileira e americana”, explica. A esposa é enfermeira e deve se aposentar em quatro anos. A filha estuda Artes, e deve se formar no próximo ano.
Questionado se tem arrependimento de ter ido para os Estados Unidos, Delazeri diz. “Sim. Me arrependo de não ter ido antes”, brinca. Apesar de não pensar em voltar definitivamente para o Brasil, ele não recusa os passeios. “No ano que vem, queremos vir os três, eu, minha esposa e minha filha, para cá, passar uns 20 dias. É sempre bom poder visitar esta terra e rever os amigos e parentes”, finaliza.

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De dependente químico a pai de família

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Felipe Grandi (32) hoje é um homem feliz. Casado, e com um filho pequeno, mas para chegar a este ponto de sua vida, sofreu muito, se envolveu com problemas e precisou lutar para se afastar deles.

O início da vida de alcóolatra
Oriundo de uma família tradicional, daquelas que quando se reúnem costumam fazer festas animadas, Felipe sempre teve contato com bebida alcoólica. “A maioria na minha família bebia, mas de forma social, então sempre tive esta aproximação com este tipo de bebida”, comenta. Sua relação com a bebida passou a ser mais pessoal quando ele tinha cerca de 12 anos. “Eu ajudava em uma oficina mecânica. Lembro que se faziam muitos churrascos no final da semana. Eu vivia cercado de pessoas adultas, e foi quando eu comecei a tomar caipirinha”, conta.
O rapaz passou a tomar bebidas alcoólicas com frequência. “Trabalhava de segunda a sexta-feira, e no final de semana eu só queria saber de festa”, explica. Aos 15 anos, Felipe arranjou uma namorada, mas, mesmo gostando muito da menina, gostava de passar os finais de semana em boates da região, fazendo festa com os amigos. A moça, então, abandonou o namorado, que passou a descontar a tristeza na bebida.

Novos vícios
E as coisas, só pareciam piorar. “Aos 17 anos, eu já nem sentia mais o efeito do álcool. Tomava muito, mas não tinha mais aquele prazer, aquela leveza que a bebida costuma proporcionar no início. Eu queria ser aquele cara que bebia, mas ninguém sabia. O que, claro, não acontecia”.
Foi por essa época que Felipe expandiu os vícios. “Conheci a cocaína e, na primeira vez que usei, lembro que fiquei muito feliz. Fui a um pico de ‘220v’ de alegria, mas este pico sempre te leva a um pico igualmente grande de tristeza. Passei a consumir cocaína com frequência, em busca desta alegria, mas ela só acontece uma vez”, garante.
As pessoas já comentavam a situação de Felipe, agora alcoólatra e dependente químico. “Todo dependente, seja de qualquer substância que for, sonha com ele mesmo, com aquela pessoa que ele quer ser. Ele usa drogas para tentar chegar a este nível, por achar que não é capaz sozinho, o que não é verdade”, conta.

A internação
Com 28 anos de idade, já casado e com um filho recém-nascido, a situação começou a se agravar. “Minha mulher não poderia me deixar sozinho com o meu filho, porque eu não era capaz de cuidá-lo. Não conseguia brincar com ele, trocar a roupinha. Nada. Eu não podia cuidar do meu filho, nem de mim. Eu não podia cuidar da minha família”, admite. Felipe foi para uma clínica terapêutica da região. “Fiquei quatro meses e voltei. A saudade era muito garante, e eu achava que estava pronto, que já poderia enfrentar o problema sozinho. As palavras comovem, e as atitudes convencem. Infelizmente, eu não estava convencendo ainda”.
Alguns meses depois, Felipe resolveu voltar para a clínica, e, desta vez, permaneceu lá por um ano e dois meses. “Hoje eu sou o homem que eu queria ser, e não preciso de nenhuma droga para isso. Trabalho, estou fazendo curso de Técnico em Vendas na Univates, cuido da minha família, brinco com meu filho. Eu fui um viciado, não sou mais. Deus me perdoou, quem vai me condenar?”, pontua.

Uma nova vida
Hoje, Felipe mora em Lajeado e trabalha com a venda de trufas feitas pelos internos da comunidade terapêutica, visitando as cidades da região, oferendo os doces e divulgando o trabalho realizado. Ele atribuiu sua mudança à palavra divina. “Quem me curou foi a palavra de Deus. Foi a fé e a esperança. Ler a bíblia, que antes eu achava perda de tempo, é ler um livro que nunca será esquecido, e que te ensinará muitas coisas. Ela ajuda na formação do caráter, e isso te faz ser feliz a cada dia com o que se tem, como sou hoje”, diz, emocionado.
Com a mudança drástica em sua vida, muitas outras coisas mudaram. “O meu círculo de amizades mudou, sim. Eu não ignoro ninguém, mas hoje vejo que alguns amigos que eram companheiros da época em que eu bebia não mudaram. Eu tento ajudá-los a mudar, mas eles precisam querer. Não deixaram de ser meus amigos, apenas não passo mais tanto tempo com eles porque temos novas perspectivas de vida”, frisa.
Felipe destaca que, mesmo longe da casa terapêutica há mais de um ano, a luta é diária. “A comunidade terapêutica não nos torna Jesus Cristo. Vamos continuar sendo seres humanos, passíveis de erro. Um ex-dependente vive como um diabético, que não pode comer doces, mas isso não me incomoda, porque a palavra de Deus mudou meu carácter, e eu não preciso mais da bebida nem das drogas para ser o que eu sempre quis. A cobrança é diária, o tempo todo, e, além da cobrança da sociedade, que costuma apontar o dedo e julgar um alcoólatra, um dependente químico sem saber os seus motivos, existe uma cobrança própria muito forte, que faz com que nos mantenhamos fortes no caminho certo”, finaliza.

de dependente_quimico

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