Jornal Antena - Encantado RS

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Coluna do Mazzarino - Edição 296

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Curtas
O Hospital Santa Terezinha deve receber nos próximos dias uma verba do governo do estado no valor de R$ 781 mil. O recurso é relativo aos anos de 2014/2015. A entidade até não contava mais com tal pagamento. Uma ação do deputado estadual Gilberto Capoani (PMDB) provocado pelos vereadores Celso Cauduro e Volmir Kunzler, ambos do PMDB, junto ao secretário de Saúde João Gabbardo, resgatou a pauta e os recursos.

Uma servidora com atividade em creche no município é concursada há nove anos. E na sua ficha profissional a soma de atestados de saúde totalizam três anos de licença médica. As conclusões eu deixo com o leitor.

O vereador Diego Pretto (PP) faz uma observação. A população de Encantado é de 21/22 mil habitantes. E o cadastro do SUS de Encantado possuiu 31.913 inscritos.

O vereador Volmir Kunzler (PMDB) questiona a decisão do governo municipal implantar o Projeto Asa, da Cosuel, na comunidade de Linha São Luiz. O projeto vai implantar aviários e tal setor precisa de muita água. E a comunidade de São Luiz possui baixa capacidade de tal líquido. Com a palavra o governo Conzatti-Cardoso.


Títulos x legislativo
O legislativo de Encantado está com novos integrantes. E eles buscam espaço. Nesta semana fui informado que um deles pretende ingressar nos próximos dias com uma indicação de entrega de título de cidadão para uma personalidade local.
Evitarei o nome e/ou atividade do nome a ser proposto e do possível autor da indicação. Nos bastidores do legislativo, entre colegas, de forma discreta, o assunto causa questionamentos.
Objetivamente temo que a proposta possa sofrer desconforto e até boicote. O motivo é de que não está claro que o nome indicado mereça tão elevada distinção. Há questionamentos sobre a conduta do referido em relação aos serviços prestados para este município.
Manifesto tal posição antes que o fato se torne público e motivo de constrangimentos maiores envolvendo as partes e os edis e também do poder legislativo como um todo e a comunidade.


Reflexões
“Toda mulher adora um cafajeste!”
(Eusébio Zanka, poeta, numa roda de café, com o colunista)

“Nunca diga sim, na primeira vez, para uma mulher!’
(Vanderlei de Brito, doutor em Comunicação, professor, radialista, construindo teses sobre o universo feminino)

“Uma criança mimada dará origem a um adulto imbecil!”
(Leandro Karnal, historiador e palestrante)

“Não sei se tomamos os traços de quem amamos, pois aí estaria uma explicação para muita coisa.”
(Pedro Gonzaga, cronista do jornal Zero Hora)


 

Cores, carros e óculos...

Num passado distante trabalhei numa revenda de carros. Meus serviços gerais, como o nome determinava, permitia estar em diversas frentes. O que me chamava a atenção naquele período, nos catálogos que lia, era a denominação das cores que o fabricante do carro colocava ao consumidor.
O verde não era verde. O nome era verde calipso metálico. O azul vinha acrescentado do fosco pigmentado rubi. O amarelo tinha a opção cremado italiano ou o dourado espanhol. Quem escolhesse a cor vermelha tinha a possibilidade do vermelho rubi standard ou do vermelho solar metálico.
Lembrei disto nesta semana de chuvas. O cinza do tempo penetrava nas cores branca, preto ou cinza na multidão de carros que me cercavam.
O branco oficial, o preto cerimonioso e o cinza neutro inundam nossas ruas, rodovias, garagens e estacionamentos. Ou seja, quando tudo caminha para o múltiplo, para o plural, para o diverso, para o tudo, a indústria automobilística oferece três tipos básicos de cores ao mundo universal de consumidores.
Eu posso escolher cinco tipos de rodas, quatro modelos de volantes, dez possibilidades de rádios, oito sugestões de bancos, três formatos de motores e quatro alternativas de pneus. Porém, quando chega no universo das cores do carro, sou induzido num formato restrito de possibilidades.
Ou seja, uma das maiores indústrias do planeta, setor que marca historicamente mudanças de comportamento da vida do homem, segmento que determina a qualidade de vida de milhões de pessoas, quer restringir o olhar colorido do consumo.
Então quando vejo alguns artigos, palestras, entrevistas e livros afirmando que o cliente é rei, tenho minhas dúvidas.
Tenho certo preconceito quando, na revenda, dezenas de pequenas etiquetas e selos confirmam a qualidade de testes e sugerem uma engenharia de excelência. E meses depois, campanhas publicitárias pedem que os clientes visitem as revendas para a troca de peças.
Neste mesmo caminho, vejo a indústria dos óculos. Entendo que diante das exigências e disputas do mundo da moda e da evolução do mundo digital a indústria óptica não saiu do período das cavernas.
É o que penso, saindo do carro, com meu guarda-chuvas preto, nesta molhada semana de outono.

Comenda
A Sociedade José Garibaldi, de Muçum, no dia 24 de junho, realiza a Comenda do Peixe, tradicional evento social da região. Os casais comendadores são: Marcos e Ana Elise Bastiani, Tailor e Marilurdes Trojan, Elton Pezzi e Catia Zamboni, Tarso e Roseli Bastiani, Carlos e Maria Lucia Cervo, Eduardo Paini e Maura Cipriani, Márcio Tomazi e Gerusa Patussi e Mauro Antonio e Glaucia Pain Olmi.

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