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Presente de pai para pai

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 Você sabe do que o seu pai gosta? Que tipo de presente o agradaria, ou mesmo, com o que ele gostaria de presentear os rebentos? A equipe do jornal Antena foi às ruas para tentar descobrir. Papais de diversos municípios, de diversas idades, com um ou vários filhos responderam. Em comum entre eles? O amor pelos filhos e o desejo de que cada um dos seus descendentes tenha uma vida plena de alegria, saúde e, claro, que sempre haja amor e união entre pais e filhos.

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 Gilmar Moresco  (o Tintcho) é pai de Gabriel, 24, e Carol, 15. Ele diz que o seu legado para seus filhos é que cultivem a amizade e a humildade, que sejam pessoas do bem para que possam fazer a diferença no futuro. Para ele o maior presente que os filhos podem lhe dar é cultivar o amor entre si e a família e através do estudo se tornarem pessoas honestas e trabalhadoras para constituir famílias do bem.


 

José Acélio Klauck, de 64 anos, é morador do Parque Perolin, em Encantado, e pai de quatro filhos. De presente para os filhos, ele diz que a melhor oferta é o carinho e o amor dois pais, pois este é mais importante do que qualquer bem material. De presente de seus filhos, espera a retribuição deste amor, já que não vê o que pode ser mais importante do que isso.


 

Álvaro Bertoldi, de 73 anos, é pai de dois filhos. O morador do bairro Nossa Senhora Aparecida diz que o presente que quer dar aos seus filhos é bastante carinho, já que eles são merecedores. Da mesma forma, escolheu como presente a retribuição deste afeto.


 

O morador de Roca Sales, Darci Fleck, de 65 anos, é pai de cinco filhos e diz que gostaria de presentear seus filhos com uma roupa. De presente para si, escolheria uma camisa.
Pedro Souza, morador do Bairro Navegantes, diz que quer sempre presentear os filhos com amor, pois acredita que este é o ingrediente mais importante para o crescimento deles. Pai de cinco filhos, seu Pedro também escolheu o seu presente: muito amor e carinho.


Com três filhos e morador do Centro, Lori Bratti, 75 anos, escolheria presentear os filhos com uma viagem. Ele justifica dizendo que eles merecem, depois de terem trabalhado a vida toda e não terem tido a oportunidade de viajar. Como presente para si, pediria apenas a compreensão dos filhos.
Aos 72 anos e pai de dois filhos, João Carlos Pretto é morador de Encantado. Para presentear seus pupilos ele escolheria uma camisa, já que eles poderiam aproveitar bem o mimo. Para si, ele diz que qualquer presente serve, pois o importante é lembrar.
Lari Vitorino, 60 anos, diz que quer dar aos filhos aquilo que ele acha que a vida tem de mais importante: amor e educação, pois considera estes valores ferramentas importantes para que seus dois filhos sejam alguém no futuro. Seu presente já foi escolhido, ele quer a retribuição deste afeto, pois por causa da idade, alguns filhos abandonam os pais em asilos.
Este pai de 46 anos tem três filhos e reside em Doutor Ricardo. Para presentear os herdeiros, Aldoir Antunes quer dar carinho e atenção. “É disso que eles precisam para crescerem pessoas de bem”. De presente, escolhe um abraço bem carinhoso: pra ele, há dinheiro nem presente que pague um afeto.
Sidnei Oliveira da Silva quer dar ao filho uma bicicleta e seguir dando amor. O pai de 33 anos, morador da Linha Silveira, cria o menino sozinho há dois anos e garante que o garoto merece. “Ele é minha vida”. Se for ganhar presente, ele também já escolheu o que quer: obediência, carinho e compreensão.
Morador do Centro, Orlando Otti, 69 anos, tem quatro filhos, e desde o nascimento deles, já escolheu um presente que será sempre ofertado: amor. Para ele, este, sem dúvida é o melhor presente para dar e receber. É isso que ele espera em retribuição, amor e família unida. Seu Orlando garante que não há presente material que possa ser melhor do que esta receita.
Cleber Andreolli, de 40 anos, tem uma filha. O morador de Relvado diz que gostaria de dar um carro à sua princesinha. O veículo iria facilitar a vida da moça de 19 anos, que trabalha e vai à faculdade, mas enfrenta contratempos aos sábados, quando não tem ônibus para ela ir estudar. Um carro, lembra ele, ainda permitiria que ela saísse com as amigas para se divertir. Para si, Cleber não faz muito mistério sobre o que quer: mais tempo para ficar com a filha.
O lajeadense Irineu Antônio Tumel, de 49 anos, diz que quer dar ao filhos roupas para o rigoroso inverno que tem visitado a região, mantendo seus pimpolhos aquecidos. Mas para si, ele não quer nada material: escolheu amor, carinho e qualquer demonstração de afeto.
Sidinei Amado Scalki tem 22 anos. O morador do bairro Planalto quer dar para sua única filha um pacote de muitas coisas positivas: amor, carinho e atenção. “Se não dermos carinho, eles não aprendem a retribuir este afeto. Filhos precisam de atenção, eles são para sempre”. De presente, ele escolheu algo parecido: pede apenas que a filha o ouça, que siga o que ele lhe ensina, já que faz isso para seu próprio bem.
Josiel Salton tem 29 anos. O muçunense escolheu como presente para sua única filha educação e uma vida melhor. Ele comenta que gostaria de cuidar mais da educação da menina, garantindo que ela tenha um futuro brilhante, que não se perca na vida. De presente, ele quer a felicidade da sua menina e um abraço carinhoso. Talvez vários, para compensar aqueles carinhos que filha e pai não puderam trocar por morarem separados.
O rocassalense Leomar Teixeira, de 33 anos, quer dar roupas, calçados e muitos abraços aos seus dois filhos, que não moram com ele. Ele diz que tanto ele quanto seus filhos são tomados por extrema felicidade a cada encontro. Assim, ele resume que gostaria de receber um abraço muito carinhoso para amenizar a imensa saudade que sente de seus pimpolhos.
Antônio do Nascimento, de 51 anos, reside no bairro Porto XV. Escolheria camisetas do Internacional para presentear seus filhos, já que são colorados. Antônio garante que todos merecem o que há de melhor. Para agradar o pai de cinco filhos, basta reunir a família. “Estarmos unidos é o melhor presente, com certeza”.
Júlio Cézar Zanotelli, de 44 anos, tem três filhos. O morador do Centro quer dar educação aos seus descendentes. “Hoje em dia, uma pessoa com educação tem mais chances de alcançar seus objetivos de vida”. De presente, ele escolhe respeito, para agradar um pai que tanto faz pelos seus filhos.
É em Doutor Ricardo que reside Neuri Vieira, de 43 anos. Pai de uma menina, recentemente, ele deu um computador para sua moça, e acrescentou, ainda, um presente infindável: abraços. O computador é para a garota estudar e os abraços para mostrar a importância do carinho e do afeto. Um presente para o pai? Qualquer coisa o faria feliz, até um chinelo, garante.
Alcides Cardoso, de 54 anos, tem quatro filhos. O morador do Vale dos Pinheiros lamenta não poder dar muitos presentes a seus descendentes, já que por estar desempregado e doente, tudo fica mais difícil. No entanto, garante amor e carinho que são muito importantes. Talvez algumas balas e bombons para adoçar a vida. Dos filhos, pede apenas que ouçam seus conselhos e obedeçam o pai que quer o melhor para eles.
Morador do Jardim da Fonte, Clauber Rossini tem 29 anos. Ao seu único filho, quer dar educação, “porque nos dias de hoje, sem ela não se consegue nada”. Clauber ainda ressalta que a educação não refere-se apenas aos estudos, mas também à pessoa. De presente, quer apenas respeito e todo o amor e carinho que a filha puder dar a seus pais.
Adevir Camilotti, de 50 anos, tem dois filhos. O morador do bairro Planalto quer dar aos filhos um abraço e um beijo bem forte. “É importante demonstrar afeto não só nas datas mas todos os dias”. Para agradar o progenitor, os filhos podem seguir o mesmo caminho. Adevir diz que as felicitações e um forte abraço são o suficiente para agradá-lo em decorrência da passagem do Dia dos Pais.
Rovani Tadioto, de 55 anos, mora no Centro. Para presentear seus três filhos, ele escolheu roupas e calçados, pois é disso que eles precisam hoje. Para agradar o paizão, basta uma camisa ou uma pequena lembrança para marcar a data, acompanhada, claro, de muito amor.
Cirilo da Silveira Furtado, de 55 anos, é morador de Putinga. O pai de dois filhos escolheu um presente valioso para seus herdeiros: educação. “Nos dias de hoje, o estudo e a educação são a base para o bom crescimento. Acho isso importante, pois não tive esta oportunidade”. O presente escolhido por Cirilo é feito de valores: ele escolheu respeito e o carinho dos filhos, e pede que, quando chegar a sua velhice, eles tenham paciência e compreendam o pai.
Morador do Centro de Encantado, seu Genuíno Legramanti tem 84 anos. Ao longo do tempo, viu seus nove filhos saírem de casa e construírem suas vidas em diversos pontos do mundo. Para seus herdeiros, quer dar uma ajuda financeira. Os filhos saíram cedo de casa e seu Genuíno lamenta não ter podido ajudá-los, mas ele confessa estar guardando um dinheirinho para deixar aos seus filhos quando ele mesmo não estiver mais aqui. De presente, ele pede que os filhos ouçam seus conselhos, que tanto deseja o bem dos seus. E visitas são bem-vindas, claro. “Quero que continuem a me visitar. Para os que estão longe sei que é mais difícil, mas os que estão perto sempre que possível aparecerem. Quero que o façam sempre”.
Márcio Cezimbra, de 34 anos, é morador de Encantado. Para sua única filha, quer dar carinho. Ele acredita que as crianças não estão mais recebendo o devido carinho de seus pais e este é de extrema importância para o seu desenvolvimento. De presente, pede apenas uma coisa: o sorriso de sua princesinha.
Morador de Santa Clara do Sul, Francisco Valdir da Silva tem 42 anos. Pai de três filhos, ele escolheu ofertar educação e estudo para viabilizar um bom futuro aos seus filhos. De presente, pede apenas mais união e amor na família.
Aurélio Cappellano Dacolina tem 67 anos. Gostaria de presentear seus dois filhos com uma viagem direcionada. Para ele, a experiência, muitas vezes, vale mais do que algumas aulas e é útil para o bom desenvolvimento, crescimento intelectual e social em todos os aspectos. Para si, pede apenas o reconhecimento dos filhos através do amor.
Ernani Júlio Prediger, tem 73 anos e tem três filhas. O morador de Encantado quer sempre presentear Ana Maria, Aniela e Stefânia, ele escolheu algo inesgotável para um pai: abraços, amor e carinho. Para seu Ernani, as demonstrações de carinho são muito importantes para o desenvolvimento dos filhos. Em troca, pede o mesmo: a retribuição deste afeto.
Joel Casaril tem 42 anos. O pai de Luiz Gustavo, de 13 anos, acredita que sua companhia é o melhor presente. Morando em cidades diferentes, ele acredita que a presença do pai na vida do filho é importante não somente nas datas comemorativas, mas diariamente. Para marcar este Dia dos Pais, quer apenas um abraço e o carinho de seu filho. Para ele, não há nada melhor no mundo.
Valdir José Daltoé, de 67 anos, tem três filhas. Quer receber de Larissa, Desirê e Nicole a companhia de suas eternas garotinhas. Para ele, este é o melhor presente. Para suas filhas, quer dar ainda mais amor, carinho e sua amizade. Seu Valdir diz que é importante transmitir o amor que recebemos dos nossos pais aos nossos filhos.
Argemiro Castoldi, de 66 anos, é morador de Lajeadinho. Pai de dois filhos, ele espera receber neste próximo dia 14 de agosto, um forte abraço e uma festinha simples para comemorar a data. Para André e Aline, seu Argemiro queria dar mais liberdade, um mundo de paz, pois acredita que a violência que assola o mundo nos deixa presos ao receio e ao medo.
Aleixo Borssato, de 62 anos, tem dois filhos, dos quais quer receber a visita e muito carinho neste Dia dos Pais. Para Morgana, de 33 anos, e Saulo, de 28, ele quer continuar dando conselhos para que eles possam contar com a experiência de vida do progenitor. Aleixo ainda destaca que um dos seus ensinamentos mais valiosos refere-se ao respeito: é preciso respeitar o próximo. O mundo precisa mesmo disso.
Laurindo Wuindel, de 72 anos, quer comemorar o Dia dos Pais com sua única filha, Celmi Irene, de 51 anos. O morador de Lajeado quer apenas um beijo e muito carinho da sua filha. Para presenteá-la, ele gostaria de dar-lhe um automóvel, já que a Celmi precisa e tem usado o carro do pai.
É em Encantado que mora Luciano Xavier, de 45 anos. Para as filhas Aline, de 14 anos, e Lilian, de 8, ele quer dar um abraço, pois julga importante transmitir este carinho entre pais e filhos, assim como o seu pai, que já não está mais presente, fez com ele. Luciano lembra que um dia, elas poderão ter sua própria família e será importante repassar este afeto. Do mesmo modo, quer ser presenteado com muito carinho e muitos abraços neste Dia dos Pais.
Fabiano Vargas da Silva, de 34 anos, tem uma filha. Neste final de semana, ele já escolheu o que dar para sua menina. É Dia dos Pais, mas também é o aniversário de Francyni, que irá completar 13 anos. Assim, ele escolheu presentar a filha com um perfume, já que a moça é vaidosa e gosta muito de andar arrumada e cheirosa. De presente, ele quer ganhar muitos abraços apertados e carinhos, para demonstrar seu amor e matar um pouco da saudade causada por eles morarem longe um do outro.
Antônio Nascimento, de 55 anos, queria proporcionar às filhas paz, saúde e segurança, pois acredita que isto é o que há de melhor no mundo, e elas certamente merecem. De Josiane, de 34 anos, e Diane, de 28 anos, ele diz que não precisa de nada. Elas já lhe dão tudo o que ele diz precisar: amor e orgulho.
Márcio de Castro, de 37 anos, quer presentar os filhos Maelin, de 15 anos, Thainá, de 10 e Luiz Felipe de 4 anos, com roupas, sua presença e sua companhia. Márcio diz que os filhos gostam de presentes e acredita que sua participação como pai é importante para o desenvolvimento deles. De presente, quer apenas palavras de carinho e um abraço apertado de cada um.
O papai de Ana Clara de 3 anos é Lauro Debona, 36. Como presente para sua filha quer dar-lhe o melhor, mas em primeiro lugar o amor, o carinho e a educação, para que ela seja na maturidade uma profissional competente no que escolher. E como presente ele deseja que cultive sempre o amor, o respeito e o carinho com eles, seus pais, e com todas as pessoas.

 

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AVC: rapidez no atendimento e exames de imagem são fundamentais no socorro ao paciente

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Dados do Ministério da Saúde indicam que, a cada ano, morrem 68 mil brasileiros de acidente vascular cerebral (AVC) – problema que em 90% dos casos poderia ser evitado se as pessoas tivessem hábitos de vida mais saudáveis. Vale ressaltar que só o cigarro é responsável por 25% das doenças vasculares, incluindo o AVC, popularmente chamado de ‘derrame cerebral’. De acordo com o neurorradiologista Nitamar Abdala, diretor da UMDI Medicina Diagnóstica (Mogi das Cruzes), quanto mais cedo o paciente receber atendimento, melhor será o resultado do tratamento e menor o risco de sequelas.
“Há dois tipos de AVC: isquêmico e hemorrágico. No AVC isquêmico, que ocorre em 85% das vezes, há uma parada súbita da circulação de sangue em uma parte do cérebro. Já no AVC hemorrágico acontece um sangramento. Nos dois casos, entretanto, o paciente deve receber atendimento rápido e especializado – o que aumenta suas chances. No caso do AVC isquêmico, por exemplo, se a pessoa for medicada adequadamente numa ‘janela’ de até três horas após os primeiros sintomas, as chances de tratamento são bastante promissoras. Procedimentos como a trombólise venosa (injeção de medicamento específico para desobstruir o vaso afetado) podem reverter o quadro”, diz o médico.
Abdala explica que, quando o paciente chega ao hospital entre três e oito horas depois dos primeiros sintomas de AVC, há a opção de trombólise arterial, em que um radiologista intervencionista desobstrui a artéria comprometida por via endovascular, através da realização de cateterismo e, eventualmente, do uso de medicamentos. “É importante lembrar que esses procedimentos devem ser realizados em centros especializados e por profissionais altamente treinados. Apesar de todas as novas ferramentas para o tratamento, sequelas, frequentemente temporárias, são bastante comuns, principalmente a paralisação de um lado do corpo e dificuldades na fala”, diz o médico.
De acordo com o médico, saber extrair o melhor de cada exame de imagem disponível faz toda a diferença na hora de gerenciar um paciente que sofreu um acidente vascular cerebral. “A tomografia computadorizada (TC), como é rápida e está sempre mais disponível nos serviços de saúde, é a primeira opção para avaliar a severidade de um AVC. Ela nos fornece informações importantes e, inclusive, nos permite diferenciar os dois tipos ao evidenciar se houve sangramento. Além disso, estudos mais avançados – como o de Perfusão Cerebral, através de TC ou ressonância magnética (RM), e a Difusão Cerebral, através somente da RM – permitem diferenciar os pacientes que se beneficiarão ou não do procedimento de trombólise”.
Em cada caso, o radiologista poderá sugerir o exame que oferecerá as informações mais importantes no momento, desde que estejam todas à disposição. “A RM é muito sensível para detectar pequenas hemorragias cerebrais e também o AVC isquêmico superagudo, sendo nesse caso superior à TC”, diz Abdala – afirmando que os sintomas do AVC isquêmico se diferenciam um pouco dos sintomas do tipo hemorrágico. “No acidente vascular isquêmico, a pessoa pode sentir perda de força em um braço, numa perna ou em todo um lado. Também pode entortar a boca e ter dificuldade para falar, perder a coordenação motora, e ainda sentir formigamento. No tipo hemorrágico, soma-se uma súbita e intensa dor de cabeça, podendo apresentar vômito e desmaio”. Para o neurorradiologista, conhecer os fatores de risco para AVC já é um grande passo para que as pessoas possam gerenciar melhor sua saúde e qualidade de vida. Os principais são: tabagismo, histórico familiar de AVC, hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia (colesterol alto) e arritmia cardíaca. De toda forma, aos primeiros sintomas, é fundamental recorrer ao pronto-atendimento mais próximo. Como diz o especialista, “tempo é cérebro” – por isso, informação e velocidade de ação são muito importantes para os resultados.
Fonte: Dr. Nitamar Abdala, neurorradiologista e diretor da UMDI Medicina Diagnóstica – referência em exames de imagem da região do Alto Tietê (Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano).www.umdi.com.br

 

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